domingo, 21 de fevereiro de 2010

IBGE abre 8 vagas para recenseador em Rafard



A Prefeitura de Rafard informa por meio do IBGE de Tietê, que de 26/02 a 19/03 estarão abertas às inscrições para o processo seletivo de recenseador para trabalhar no Censo 2010 por até 5 meses. O número de vagas oferecidas para Rafard são 8, para concorrer, é necessário ter 18 anos completo, concluído o ensino fundamental e pagar uma taxa de R$ 18,00.

As inscrições podem ser realizadas na Agência dos Correios de Rafard, ou até o dia 04/04 na página da Fundação Cesgranrio (www.cesgranrio.org.br). Os candidatos terão de se inscrever na área de trabalho do município onde desejem trabalhar. Essa exigência também se aplica aos que se inscreverem pela Internet.
Para concorrer o candidato também precisa estar em dia com as obrigações eleitorais e militares, e não poderão concorrer servidores da administração direta ou indireta da União, estados, Distrito Federal e municípios, bem como os contratados temporários nos últimos 24 meses.
A data da prova está prevista para 30 de maio, e os locais serão divulgados a partir do dia 18 de maio. Haverá 50 questões objetivas: Língua Portuguesa (10), Matemática (10), Conhecimentos Gerais (10) e Conhecimentos Técnicos, baseadas no Estudo dos Conhecimentos Técnicos a serem aplicados no Censo Demográfico 2010 (20).
Os aprovados serão pagos por produção, com base na quantidade de domicílios recenseados, ou seja, de coleta de dados, e também terão direito ao 13º salário e férias proporcionais aos dias trabalhados e à produção.

Semana Querigmática 2010 em Porto Feliz

Ano passado, em Porto Feliz, a Paróquia São João Batista promoveu em cooperação e unidade com as Paróquias Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora Mãe dos Homens, a primeira Semana Querigmática em Porto Feliz. Este ano, em sua segunda etapa de Formação de Discípulos e Missionários, com o Tema:
"A alegria de ser discípulos e missionários de Jesus Cristo".

Dos dias 01 de março, segunda-feira, até o dia 05 de março, sexta-feira, sempre as 19h30m da noite, no salão nobre do Colégio Externato São José, no centro de Porto Feliz. Não esqueça de levar sua bíblia!


Veja os Temas:

dia 01 - segunda-feira
A vivência do Batismo e testemunho

dia 02 - terça-feira
Jesus chama e envias colaboradores. Condições para seguí-lo.

dia 03 - quarta-feira
Como surgiram os evangelhos. Evangelho Lucas.

Dia 04 - quinta feira
As parábolas e os milagres de Jesus.

dia 05 - sexta-feira
Jesus e as crianças. Jesus e a autoridade.



O evento é destinado a todos que participam na Igreja Católica de Porto Feliz, fazendo parte de algum movimento, pastoral, catequese e liturgia. E como novidade, todos estão sendo estimulados a levarem um amigo junto. 

O material de divulgação já está afixados na Igrejas e todas já foram avisadas com antecipação!

Notinhas da Igreja

 







Retiro de carnaval
Alguns jovens combinaram com os seus monitores de se reencontrarem após o retiro de Carnaval, no sábado a noite, para participarem da Missa e após ela, ficar no Grupo de Oração Mensageiro da Paz.


Retiro de Carnaval 2
Com a sua Paz Franciscana, Frei Eugênio foi celebrar a Missa de encerramento no Retiro de Carnaval, esqueceu de vir com óculos, ai foi um tal de emprestarem óculos ao Frei, que o que serviu foi o óculos de grau, da jovem Roberta, ele é cor de rosa, ai o Frei disse: cadê o Felipe (Blog Em Movimento)? Não vá me tirar foto com óculos cor de rosa heim (risadas).






Movimento de Assis
Acontece nesta segunda-feira, as 19h30m no Centro Catequético, ao lado da Igreja Matriz Mãe dos Homens no Centro de Porto Feliz. Pastoral de espiritualidade Franciscana.



Cursilho
Cursilho de Cristandade se reúne todas as segundas-feira na Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida, as 20h da noite, o diretor espiritual é o Pe Chico. Jonas é o vice presidente do Cursilho na Arquidiocese, e no alertou que o movimento tem novo logotipo.





Imagem & Semelhança
Ministério de Música do Grupo de Oração Mensageiro da Paz, mudou de dia e local os seus ensaios e interceções  de oração. Agora eles se reúnem todas as segundas feiras, na Igreja Matriz Mãe dos Homens. Tiago Henrique Martorano é o coordenador, deste ministério, a vocalista Jupiara Aparecidas dos Santos, assumiu a coordenação do Ministério Jovem na cidade de Porto Feliz.




Pascom
Aconteceu a reunião da Pascom Porto Feliz, neste domingo reunindo os quatros colaboradores, trançando metas e avaliando desempenho.

Vídeos da Pascom Porto Feliz



Retiro de Carnaval Porto Feliz 2010 da RCC Jovem

Romaria vai até Pirapora do Bom Jesus

http://cosmo.uol.com.br/multimidia/imagens/2010%5C01%5C17%5C45333155723G.jpg
29 Romaria de cavalheiros e charreteiros 
de Porto Feliz
 a Pirapora do Bom Jesus


12, 13 e 14 de março, veja a Programação:


04 de março
As 19h Missa de entrega na Igreja de São Bemedito

12 de março
As 15h30 saída no Cemex com a bemção e flâmula do Pe Carlos Alexandre da Silva.

13 de março 
Descanso as 2h30 da manhã em Indaiatuba
10h30 chegada e Benção em Pirapora do Bom Jesus
19h Missa dos Romeiros de Porto Feliz, na Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida, com o Pe Carlos Alexandre e Coral Viola Divina

14 de março 
retorno a Porto Feliz
11h30 a 14h almoço em Itu próximo ao Extra
20h Chegada em Porto Feliz, com a Benção do Pe Toninho aos Romeiros, na praça Matriz


Deveres do Romeiros (resumido):
1 Ter Fé;
2 Fazer a romaria um exemplo de testemunho Cristão;
3 Cuidar de todos antes de si;
4 Portar-se com Dignidade;
5 Cumprir os horários;
6 Acatar as decisões da diretoria;
7 Ser alegre e cordial;
8 Divulgar sempre a Romaria;
9 Participar de todas as Cerimônias Religiosas, pois elas são o ponto alto de nossa Romaria.

Espiritualidade Carmelita - parte 2

QUEM ERAM OS CARMELITAS DO MONTE CARMELO?







A solidão com Deus no Carmelo é muito antiga, e os eremitas que depois de Elias habitam neste lugar estão ocultos no tempo e no segredo da sua vicissitude espiritual.


Temos de chegar à plena Idade Média, ao tempo da primeira cruzada na Terra Santa para os encontrar, numa época de renovação da Igreja e de busca da pura dimensão evangélica da vida religiosa. Um pouco como acontece hoje, nos séc. XII e XIII, o tempo de Francisco de Assis e de Domingos, a humanidade vive a experiência de grandes mudanças sociais e espirituais e, por conseguinte, de perturbações psicológicas muito vivas e de ideais generosos de renovação.


O mundo feudal já não se bastava a si próprio, com a sua economia fechada, seus horizontes de progresso humano muito limitados. Recomeça-se a movimentar, a viajar, a conhecer e, portanto, a confrontar ideias, costumes, mentalidades. Novamente o dinheiro circula, anteriormente quase esquecido, no ritmo lento das trocas em produtos agrícolas, circunscrito a localidades relativamente pequenas. As relações comerciais entrecruzadas em longas distâncias, tornam-se empresas tão interessantes e excitantes como aventureiras, e muitas vezes audaciosas, estimulando a imaginação, empenhando particulares e grupos interessados em fazer programas, e gerando um estilo de vida leigo com os seus deveres sociais, cobiçado muitas vezes por quem ficou pobre e ligado à terra.


Esta nova riqueza, móvel, feita de metais e pedras preciosas, de mercadorias e barcos, de comunicações e de acordos comerciais, tende a substituir a antiga propriedade familiar imóvel que passava do pai para o filho mais velho com toda a gama de laços e escravidões; torna-se o capital acumulado de negociantes e especuladores, fruto e medida do seu valor pessoal, dos quais podem usar livremente.


É uma riqueza, com o estilo de vida que acompanha, que se infiltra perigosamente mesmo na Igreja, entre o clero, até nos mosteiros, estimulando contrastes de ideias e conflitos pessoais, suscitando invejas e ciúmes.


As condenações oficiais do magistério da Igreja em defesa, por certo não evangélica, destes interesses, correm o risco de não ter em conta a confusão dos egoísmos, e de ficar sobre o papel: é necessário lutar contra o espírito desta riqueza, não somente através da pregação, mas vivendo de novo evangelicamente: na pobreza enobrecida por Cristo como uma bem-aventurança – Bem-aventurados os pobres – e vivida por Ele em primeiro lugar.


Por outro lado, os sinais muito evidentes do desacordo popular com a mentalidade mundana que uma parte do clero fez sua, traduzem-se em vivos protestos, tornando-se às vezes movimentos de espiritualidade em alternativa com a Igreja, das heresias; mais frequentemente, fazem nascer iniciativas generosas de regresso à simplicidade evangélica fora de querelas doutrinais, mas em forte oposição ao mundo rodeado de riscos que não compreendem. Basta lembrar Francisco, quando se despe publicamente restituindo a seu pai, rico comerciante, as suas próprias vestes; e o bispo de Assis apressa-se a cobri-lo, reconhecendo-o, talvez inconscientemente, filho da verdadeira Igreja.



O ideal de Francisco era também, sob uma outra forma, o de Domingos: reconduzir as almas para Deus desobstruindo o caminho dos obstáculos da riqueza e da corrupção; cedo será este também o ideal da nascente Ordem Carmelita; é o sentido da expressão Ordens Mendicantes, pela qual são definidas as novas famílias religiosas.


Quem eram os eremitas que moravam escondidos no monte Carmelo, no momento em que nós começamos a conhecer a sua história?


As cruzadas e a conquista de Jerusalém em 1099, tinham aberto o caminho às grandes comunicações entre a Europa e o Oriente. Desconhecemos, se os primeiros ocidentais a fixarem-se como eremitas no Carmelo, eram cavaleiros ou soldados, letrados ou não, nobres ou plebeus; sabemos somente que eles tinham participado nas cruzadas para visitar a Terra Santa. Eram certamente leigos que tinham escolhido uma vida de penitência, característica da espiritualidade laica nos séc. XII e XIII. Eram conversos (ou penitentes), peregrinos estabelecidos no lugar santo ou eremitas.



Todavia, é-nos hoje difícil orientar-nos entre estas definições de determinadas formas de vida religiosa de então, que não se identificam com a vida monástica regular ou com a dos cónegos (isto é, de padres com vida em comum). Será bom lançar um olhar sobre uma tal multiplicidade de vocações, que testemunham o fervor e a riqueza das diferentes inspirações, para em seguida nos aproximarmos com um melhor conhecimento dos nossos carmelitas.


A vocação religiosa, que a Igreja na sua longa experiência histórica definiu em algumas formas de vida específicas, nasce sempre de um chamamento a seguir totalmente a Cristo, a subir com Ele (ascética) à santidade, e realiza-se aderindo de um modo estável a uma organização reconhecida publicamente pela Igreja e inserida nela. A profissão explícita dos três conselhos evangélicos - pelos votos de pobreza, castidade e obediência - num instituto aprovado, é o acto de consagração definitiva de cada vocação religiosa.


Nos primeiros séculos da vida cristã, as exigências radicais do chamamento evangélico eram vividas, na Igreja local, nas condições sociais e meios mais variados. As virgens e os ascetas praticavam uma vida de continência, alguns permanecendo em suas casas, entregues às ocupações habituais; outros consagravam-se particularmente às obras de misericórdia; outros retiravam-se para a solidão ou viviam em comunidade, muitas vezes chamados para junto do bispo, para viverem em comunidade com ele. Eles constituem na Igreja local categorias muito importantes, mesmo sob o ponto de vista externo e jurídico. Para começar a fazer parte disso, não é requerida a tomada formal da carga das obrigações dos votos religiosos e menos ainda é requerido que isso aconteça ligando-se a um instituto.


A extraordinária expansão do monaquismo, estritamente dito, aparecido no séc. IV, desaparece, de facto, sem fazer desaparecer as outras formas de vida ascética mais expontâneas. Além disso ela provoca e exige intervenções normativas dos bispos e dos concílios, dando origem a uma nova legislação da vida religiosa. Progressivamente ela chega a identificar-se com a vida estável num claustro, sob uma regra e obediência a um superior.


Na prática, a única forma de vida ascética organizada na Igreja, era o monaquismo. A partir sobretudo do séc. IX, entre as várias regras propostas na antiguidade (S. Pacómio, S. Basílio, S. Columbano), predomina no Ocidente a de S. Bento; ela é adoptada pouco a pouco, como norma institucional e guia espiritual por todos os monges que a reconhecem como legislação de base: assim chegam a coincidir fundamentalmente o monaquismo e a Regra de S. Bento.


O movimento de vida apostólica (isto é, o modo de viver de Cristo com os seus discípulos) suscitado pela reforma do papa Gregório VII, realça o ideal comunitário e encoraja a própria vida comum para o clero, baseada não sobre a regra beneditina, mas sobre os costumes e normas tomadas dos diferentes concílios particulares e gerais. Por consequência, talvez por um complexo de inferioridade em relação aos monges que tinham uma regra, foi admitido entre os padres diocesanos que viviam em comum, de conferir um prestigio às suas normas ligando-as à regra de S. to Agostinho.



Em 1005, Urbano II afirma que suscitar a vida apostólica primitiva entre os padres não tem menos mérito do que conservá-la entre os monges; com esta declaração, é praticamente sancionado na Igreja um estado de vida religiosa: a ordem monástica sob a Regra de S. Bento e a Ordem canónica sob a Regra de S. to Agostinho. Mas a esta instituição da vida religiosa reagiram particularmente no séc. XII e XIII numerosos movimentos que pretendem inspirar-se directamente no Evangelho para satisfazer as suas exigências ascéticas. Eles têm dificuldades em reconhecer-se nos mosteiros de tipo tradicional, plenamente integrados no sistema feudal em lugar de prestigio, e desejam procurar fora dos quadros institucionais, um modo de vida que reflicta melhor os valores evangélicos aos quais eles aspiram.


Em polémica com as Ordens tradicionais, eles não aceitam que a sua vida seja julgada menos perfeita somente porque vivida, sim, fora das Regras, segundo o Evangelho. Portanto o conceito de religioso assume um sentido mais amplo até compreender aqueles que, moldando a sua vida religiosa nos costumes tradicionais, vivem fora duma comunidade: uma forma de vida que tem o seu reconhecimento de actualidade justamente no período de tempo que interessa os eremitas do Carmelo.

Santo do dia

São Pedro Damião, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja




Teve origem muito modesta, chegando a ser na infância guardador de porcos. Fez com grande brilho seus estudos e ingressou na Ordem dos Camaldulenses, na qual logo ocupou cargos de responsabilidade. Foi forçado a aceitar a nomeação como cardeal e bispo de Óstia, mas alguns anos depois conseguiu demitir-se dessas funções e retornar à vida monástica. Grande penitente, severíssimo consigo mesmo, foi também severo no fustigar os males do seu tempo, escrevendo cartas a autoridades eclesiásticas e civis e increpando com apostólica franqueza os respectivos delitos. Sua produção intelectual é muito vasta. Como sofria de insônia e freqüentes enxaquecas, é invocado pelos que padecem dessas enfermidades.

Começo da Quaresma

Sem. Antonio Maldaner, LC


O povo de Israel nasceu na quaresma do deserto, foi consagrado à oração e à penitência. Mas é surpreendente que Deus tenha indicado o caminho mais longo para a fuga do Egito. Fez isso não só porque queria prová-lo, mas porque queria derramar o Seu amor naqueles corações endurecidos. O que seria daquele povo se entrasse em terra pagã sem essa purificação?


A Igreja, novo povo de Israel, também caminha na Quaresma; não 40 anos, mas sim 40 dias. Neste tempo faremos uma intensa preparação para entrar na terra prometida, que é a participação na Ressurreição de Cristo. Deus quer dar inumeráveis graças neste período. De fato, o maior dom é a Sua entrega até a morte por mim. Mas o que aconteceria se eu desperdiçasse estes gestos do Seu amor?

Nesta Quaresma, poderíamos pensar que só damos e não recebemos nada: oração, sacrifício, jejum, obras de caridade. Mas Deus, como todo bom pai, não se deixa vencer em generosidade: quando vê que o seu pequeno filho lhe dá um presente, responde com um abraço cheio de ternura. Assim é Deus: toda oração fervorosa, desinteressada, pelo bem da nossa alma ou outra pessoa será recompensada.

As cinzas

Os judeus tinham o costume de se cobrir de cinzas quando faziam algum sacrifício. A Igreja dos primeiros séculos também tinha um costume parecido: aqueles que queriam receber o sacramento da penitência se colocavam as cinzas e se apresentavam à comunidade com um vestido penitencial. Foi no ano 384 que a Quaresma adquiriu um sentido penitencial e, só a partir do século XI, iniciou-se a imposição das cinzas no começo do Tempo da Quaresma.

O significado desse gesto é fazer com que nos lembremos de que um dia morreremos e o nosso corpo se converterá em pó. A morte não é uma ilusão, é uma realidade que toca todo ser humano, mas o cristão sabe que ela tem um sentido. E é suficiente contemplar o itinerário de Nosso Salvador.


Neste dia, a Igreja pede que se faça jejum e abstinência. A abstinência é de preceito a partir dos 14 anos, e o jejum a partir dos 18 anos. 
 
Abstinência é não comer carne, enquanto que jejum é fazer uma só refeição completa durante o dia. 


ASSIM ESTAREMOS PEDINDO PERDÃO A DEUS PELAS OFENSAS A ELE COMETIDAS E LHE DIREMOS QUE QUEREMOS MUDAR DE VIDA PARA AGRADÁ-LO SEMPRE.
O carnaval

Em uma das interpretações, a palavra carnaval significa “adeus à carne”. 
 
Deriva de tempos antigos onde, por falta de refrigeração, deviam consumir os produtos que durante a Quaresma não se podiam comer (carne, ovos, leite). 
 
Com este fim, organizavam festas populares, que pouco a pouco se degeneraram em atos dos quais, não raramente, se contrapõem à Moral cristã. 
 
Tais atos (desfiles, festas), quando chegam ao extremo da exaltação dos prazeres, ferem o Coração de Jesus, e devem ser desagravados com atos de reparação.


QUEM ACOMPANHA JESUS SABE QUE, NA MORTIFICAÇÃO DA CARNE, BRILHA A LUZ DA RESSURREIÇÃO E DA VIDA.

"NÃO ESQUEÇAM O AMOR"





















“NÃO ESQUEÇAM O AMOR”

A Força Atrativa do Senhor é inegável...
Como inegável é a nossa ida para Ele...
Não somos frutos do acaso...
Ao contrário,
fomos muito bem pensados e amados...
Por isso existimos...

Há, porém,
os que lutam contra essa Força Atrativa do Senhor...
Mas ela é eterna, invencível...
Por isso é inútil lutar contra ela...
Então, por que esses lutam?
Porque não o amam como Ele nos ensinou...
“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração,
de toda a tua alma e de todas as tuas forças”. (Deut. 6,5).

Realmente,
daí vem o sentido da liberdade humana...
ela só é verdadeira liberdade...
Quando se encontra em comunhão com a Liberdade Divina...
Pois fomos criados para isso...
Caso sejamos infiéis a esse encontro...
O Senhor continua fiel,
porque não pode desdizer-se... (Cf. 2Tim. 2,11-13).

Por isso, Ele nos sustenta na existência
e continua nos atraindo para Si,
mesmo se aqui,
com os nossos pecados,
O negamos...
Ora, mas isso se dá até o Devir Eterno...
onde todos compreenderão que nada passa despercebido;
e onde todos seremos inquiridos por Sua Divina Justiça...
Ai, ninguém poderá negá-LO mais...

Por outro lado...
existem aqueles que não comungam com o pecado...
Mas, sim, com a Força Atrativa do Seu Amor...
Estes se doam totalmente...
Renunciam a si mesmos...
Tomam sua cruz de cada dia...
E o seguem rumo à ressurreição...

Pois, depois que o pecado foi concebido e praticado...
Veio o seu terrível resultado, a morte...
Porém, nem o pecado nem a morte...
nem o mal que se introduziu...
impediu ou impede a Força Atrativa do Senhor...
Visto que, em Seu Amor, nos dá a liberdade para crer...
Porque é pela inocência da fé...
que O encontramos e gozamos do Seu favor...

Assim é a história da salvação...
Fomos criados à Sua imagem e semelhança...
E somos atraídos à Si...
para a vida que não tem fim...

E mesmo quando ante a negação de Sua Presença,
pelos pecados cometidos,
o Senhor não se esquivou...
mas enviou o Seu Filho a fim de nos perdoar
e nos mostrar o caminho da salvação...
Nós não O ouvimos e matamos o Seu Filho...
Porém, nem mesmo isso...
tornou-se empecilho...
à Sua Força Atrativa de redenção...

Portanto,
Concluo este poema...
com as sábias palavras de São Maximiliano Maria Kolbe:
“O ódio não é a força criativa;
a força criativa [ e atrativa ] é o amor.
Por isso...
“Não esqueçam o amor”...
...

“É agora o julgamento deste mundo, agora o príncipe deste mundo será lançado fora; e quando eu for elevado da terra, atrairei todos a mim”. (Jo 12,31-32).

Paz e Bem!

Frei Fernando,OFMConv.