sexta-feira, 20 de julho de 2012

Como desenvolver a autocompaixão e diminuir o stress

 

Ana Carolina Prado 18 de julho de 2012

 

Você sabe o que é a autocompaixão? Já falei sobre ela há algum tempo, aqui e aqui. Trata-se, basicamente, de ser compreensivo e gentil consigo mesmo, sem ficar se culpando ou criticando demais. Cada vez mais pesquisas têm mostrado que cultivar essa atitude faz bem para a sua saúde mental – ajudando a reduzir o stress, por exemplo.

Não é conceito muito fácil de entender: é diferente da autoestima, que pode levar ao narcisismo ou um amor extremado a si mesmo, e não pode ser confundido com autopiedade (que é a pena de si).

De acordo com Kristin Neff, professora de psicologia da Universidade do Texas em Austin e pesquisadora do assunto, “autocompaixão significa tratar a si mesmo com a mesma gentileza e cuidado com que você trataria um amigo”.

Não é difícil entender por que um pouco de autocompaixão faz bem: pessoas assim evitam fazer críticas destrutivas a si mesmas ou fazer generalizações negativas (do tipo “eu SEMPRE estrago tudo”). Além disso, elas veem seus problemas e falhas como parte normal da condição humana. Sem dramas.

E, diferentemente do que possa parecer, tratar a si mesmo com gentileza também ajuda a atingir seus objetivos. Neff explicou para a Scientific American que as pessoas podem achar que a autocrítica as motiva e, se não forem duras consigo mesmas, não vão sair do lugar. Mas os estudos mostram que a autocompaixão não promove o rebaixamento dos padrões das pessoas – a diferença é que, nesses casos, se elas não atingirem seus objetivos não será o fim do mundo, porque elas não determinam seu próprio valor com base no sucesso. Isso já ajuda muito a diminuir seu nível de stress.

Como desenvolver autocompaixão

Mas como você pode desenvolver essa atitude? Uma pesquisa recente da Universidade da Califórnia em Berkeley concluiu que uma forma eficiente de conseguir isso é mostrando gentileza e compaixão a outras pessoas.

Em uma conferência da Sociedade para a Psicologia Social e da Personalidade, em janeiro deste ano, as pesquisadoras Juliana Breines e Serena Chen falaram sobre uma série de experimentos nos quais elas pediram a um grupo de voluntários que apoiassem outra pessoa. Eles poderiam fazer isso ao escrever sugestões para fazer um amigo com um problema se sentir melhor. Também foi pedido a outro grupo que recordasse um momento divertido que passaram com um amigo e, a um terceiro, que apenas lessem sobre o sofrimento de outros.

Resultado: o grupo que deu apoio se avaliou com maior autocompaixão do que os outros. Segundo Breines, apoiar outras pessoas dá o sentimento de estar conectado e ajuda a enxergar que outras pessoas também têm problemas. Mas o ponto principal é que, em épocas difíceis, as pessoas têm a tendência natural de se concentrar em si mesmas e acham difícil ajudar outras. Quando, apesar disso, nos esforçamos em aproveitar oportunidades de apoiar outros, podemos nos sentir melhor em relação ao que estamos vivendo.

Rodoviária de Capivari deve ser concluída em 2013

 

 

Projeto da rodoviária municipal que será construida no lugar do antigo Mercadão

Por Valéria Hein
Publicado no Portal CBN Campinas, quinta-feira, 12 jul 2012 15:16

A demolição do Mercado Municipal de Capivari entra na sua reta final. Pelo menos é o que promete a Secretária Municipal de Planejamento e Obras, Joceli Angelin Cardoso. No local vai ser erguida uma rodoviária, que deverá pela primeira vez tirar as pessoas do relento na hora de esperar o ônibus. A Secretária informa que a partir das próximas semanas será agilizado o processo de demolição, com a derrubada da alvenaria e da fundação. Após o início das obras da nova rodoviária, previsto para o começo de setembro, a previsão de término do novo terminal é de seis meses.

Hoje a noite!!!!

 

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Amanhã!!!!!!!!!!!!!

 

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Amanhã!!!!!!

 

Quermesse deSão Benedito!

Mortes por Aids caíram 24% de 2005 a 2011, aponta relatório da ONU

 

 

Redução no número de mortes reflete aumento do tempo de vida dos soropositivos

Um relatório do programa da ONU contra a Aids (Unaids) divulgado nesta quarta-feira revela importantes avanços globais no combate à doença.

Segundo o documento, as mortes causadas pela doença caíram 24% entre 2005 e 2011. Há sete anos, 2,2 milhões de pessoas morreram por causa da doença; em 2011, foram 1,7 milhão.

 

A redução no número de mortes reflete o aumento do tempo de vida dos soropositivos - que, na década de 1980, era de cinco meses e, hoje, chega a dez anos ou mais.

Os dados apontam ainda que, em 2011, 8 milhões de pessoas com HIV em países subdesenvolvidos recebiam tratamento adequado, número 20% maior do que em 2010 (6,6 milhões). Como consequência, as novas infecções entre crianças baixaram pelo segundo ano consecutivo.

Em 2011, diz a Unaids, 57% das 1,5 milhão de mulheres soropositivas grávidas foram tratadas com antirretrovirais para prevenir a transmissão do vírus a seus filhos. Em 2010, 48% receberam o mesmo tratamento.

A melhora nos índices, segundo o relatório, põe o mundo no caminho de obter "uma geração livre de Aids". Para isso, porém, a Unaids diz que a meta de tratar 15 milhões de soropositivos até 2015 deve ser alcançada.

Apesar dos avanços, o relatório diz também que houve 2,5 milhões de novas infecções pelo HIV em 2011, aumentando o total de soropositivos no mundo para 34,2 milhões.

A DIVINDADE DE JESUS NOS EVANGELHOS

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De modo análogo a como se nega a historicidade dos milagres, às vezes afirma-se que o título de “filho de Deus” só designa, nos evangelhos, uma aproximação especial de Jesus com Deus. Geralmente, argumenta-se designando que este título tem diversos usos nos textos da época: aplica-se a personagens que se distinguem por serem justos, ao povo de Israel, aos anjos, a realeza ou a pessoas com alguma faculdade especial. Mas quando consideramos os relatos evangélicos, novamente aparecem diferenças só explicáveis se se reconhece a natureza divina de Cristo, proclamada à luz do mistério Pascal.
Assim, no evangelho de São Marcos se demonstra que a personalidade se Jesus é sobre-humana. Certamente, em certas ocasiões, Jesus é proclamado filho de Deus por pessoas que talvez só o façam segundo o sentido normal da época, sem conhecer a fundo suas implicações
Porém, também, a voz do Pai no Batismo e na Transfiguração testemunha que Jesus é Filho de Deus; e à luz desta declaração pode-se apreciar em muitas outras passagens o caráter real e único da filiação divina de Cristo. Por exemplo, o próprio Jesus apresenta-se como o “filho amado” na parábola dos vinhateiros homicidas, radicalmente diferente de todos os enviados anteriores; também manifesta uma relação pessoal única de filiação e confiança com o Pai ao chamar-lhe - e este é o único evangelho que o mostra – Abba[12] , Papai.
Neste contexto, é interessante assinalar como a fé do evangelista na divindade de Jesus fica marcada pelo versículo citado, Filho de Deus[13], e a confissão do centurião, ao final do texto: verdadeiramente este homem era Filho de Deus![14].
Em São Mateus, a definição divina de Jesus se apresenta com mais profusão que em São Marcos. O título vem manifestado por endemoninhados, pelo centurião, pelos que passam sob a Cruz no Calvário, pelos sacerdotes, por Pedro e os discípulos, especialmente depois de um milagre. Ainda mais claramente que em São Marcos, vê-se que nem todos os que o chamam filho de Deus o reconhecem como tal, e sem dúvida esta atitude serve ao evangelista como contraponto daqueles que o fizeram.
Entretanto, o terceiro evangelho ressalta a relação entre Jesus e o Pai, destacando-a em um ambiente de oração, de intimidade e confiança, de entrega e submissão, que termina nas últimas palavras pronunciadas na Cruz: Pai, em tuas mãos entrego meu espírito[15].
Ao mesmo tempo é fácil captar como sua vida e sua missão são continuamente guiadas pelo Espírito Santo, já desde a Anunciação onde se proclama sua filiação divina. Junto a estas características particularmente destacadas em São Lucas, voltamos a encontrar outros testemunhos comuns com os demais evangelistas: também os demônios chamam “Filho de Deus” a Jesus nas tentações e nas curas dos endemoninhados em Cafarnaun e Gerasa.
Em São João apresenta-se a filiação divina de Cristo em seu sentido mais profundo e transcendente: Ele é o Verbo, que está no seio de Deus e se faz carne; é pré-existente, já que é anterior a Abraão; foi enviado pelo Pai, desceu do céu... São características que destacam a realidade divina de Jesus
A confissão da divindade por parte de Tomé pode considerar-se o cume do evangelho, que foi escrito para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que crendo, tenhais a vida em seu nome[16].
Em São João é patente, talvez mais que em nenhum outro evangelista, como a afirmação da divindade real de Jesus pertence ao próprio núcleo da pregação apostólica. Uma afirmação, além de tudo, que aprofunda suas raízes na consciência que Cristo tinha desta divindade, em sua passagem pela terra.
Neste sentido, é de especial interesse recordar - e é um elemento comum a todos os evangelistas - como Jesus diferencia sua relação com o Pai da que tem com os demais homens: meu Pai é quem me glorifica, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus[17]; subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus[18]; a expressão “Pai nosso” nos lábios de Jesus só aparece em uma ocasião, ao ensinar aos discípulos o modo que devem rezar. Cristo nunca põe no mesmo nível sua especial filiação com a dos discípulos: uma amostra da consciência que Ele mesmo tinha de sua divindade.
A pregação da primitiva comunidade cristã apresenta as formas de anuncio, de catequeses, de exortação ou de argumentação em favor da fé, que vêm recolhidas na narração evangélica. Isto influi mais em suas características literárias que no conteúdo do que aconteceu.
É útil descobrir que as necessidades da pregação levaram a selecionar algumas passagens em relação a muitas outras[19], e que moveram os evangelistas a apresentar a vida de Cristo em um modo mais teológico que biográfico, mais sistemático que cronológico. Porém não há motivo para pensar que este interesse e essas necessidades levem a falsificar as recordações, a criá-los ou a inventá-los.
Mais ainda, as expressões e acontecimentos desconcertantes são uma prova a mais da credibilidade dos evangelhos - por que o batismo, se Cristo não tinha pecado?, por que afirmar a aparente ignorância de Jesus a respeito da Parusia, ou que não pôde fazer milagres, ou que estava cansado? -, como o são também a forma semítica das palavras, ou o uso de expressões arcaicas ou não assumidas pela teologia posterior – como “filho do Homem”.
Os evangelhos estão repletos de episódios cheios de candura e naturalidade; cada um deles é uma mostra de veracidade, e do desejo de contar a vida de Jesus no seio da tradição da Igreja. Quem escuta e recebe essa Palavra pode chegar a ser discípulo[20].
Na mensagem cristã se entrelaçam a fé e história, teologia e razão, e os testemunhos apostólicos manifestam a preocupação de apoiar sua fé e sua mensagem sobre os fatos, contados com sinceridade.
Nessas páginas, o próprio Cristo se dá a conhecer aos homens de todos os tempos, na realidade de sua história, de seu anuncio. Lendo-as, não aderimos a um ideal moral; meditar o evangelho não é refletir sobre uma doutrina. É meditar a história de Cristo desde o seu nascimento num presépio até à sua morte e sua ressurreição[21], porquequando amamos uma pessoa, desejamos conhecer até os menores detalhes da sua existência, do seu caráter, para assim nos identificarmos com ela[22]
B. Estrada
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[1] Cfr. Joseph Ratzinger – Bento XVI, Jesus de Nazaré, cap. 1 e 2.
[2] Caminho n. 584.
[3] 1 Cor 1, 23s.
[4] Cfr. Flávio Josefo, Antiquitates Judaiae, 18, 3, 3.
[5] Conc. Vaticano II, Const. dogm. Dei Verbum, n. 18.
[6] Cfr. Joseph Ratzinger – Bento XVI, Jesus de Nazaré (I), Introdução.
[7] 1 Cor 15, 14.
[8] Cfr. Mt 13, 18; Mc 6, 50.
[9] Catecismo da Igreja Católica, n. 515.
[10] Amigos de Deus, n. 216.
[11] Cfr. Lc 11, 20.
[12] Mc 14, 36.
[13] Mc 1,1.
[14] Mc 15, 39.
[15] Lc 23, 46.
[16] Jo 20, 31.
[17] Jo 8, 54.
[18] Jo 20, 17.
[19] Cfr. Jo 21, 25.
[20] Cfr. Joseph Ratzinger – Bento XVI, Jesus de Nazaré (I), cap. 4.
[21] É Cristo que passa, n. 107.
[22] É Cristo que passa, n. 107.

Encerramento da Semana Evangélica em Porto Feliz

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Encerou nesta quinta-feira, a 20ª Semana Evangélica, que reúne dezenas de igreja evangélicas de Porto Feliz. Com o tema "Vinde, adoremos", nesta noite teve a pregação da Palavra de Deus com o Pastor Daniel Baltazar da cidade de Araraquara.

Presenças do prefeito Claudio Maffei, vereadora e candidata a prefeitura Andrea Matos, seu vice Esquerdo. Candidato a prefeito Gianpaulo e sua esposa, vereador Ednilson e o presidente da Câmara dos Vereadores Roberto B. Rodrigues, além de diversos pastores das mais variadas denominações e quase 700 fiéis. Noite teve momentos de orações, com corredor de oração sob imposição das mãos, música, escola infantil para as crianças (durante o culto).

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Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação