segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Esta é uma séria que aborda a realidade da mulher na Idade Média.
Texto dividido em diversos dias, para leituras rápidas e não cansativas.
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A MULHER NA IDADE MÉDIA


Por AZEVEDO, Fernanda Carminati Zambrotti.

Apostolado Veritatis Splendor:A MULHER NA IDADE MÉDIA.

Não é estranho perceber que em uma era em que tudo o que vale é ser feliz, o mundo caminha para uma tristeza mórbida? E porque? Porque as pessoas estão muito vazias. Tão vazias que procuram de todas as formas, maneiras para sentirem-se repletas; e por isso nunca como hoje se viu tão acentuada a procura por prazeres efêmeros: na droga, no álcool, em vícios diversos, na sexualidade desordenada.

Mas como podem estar vazios em uma era em que o homem já alcançou as estrelas, já dominou os pólos da terra, já desvendou tantos mistérios do mundo? Fato é que estão vazios; vazios porque não cumpriram a missão que Deus os incumbiu; muitos até abraçaram o casamento, porém tiraram dele parte fundamental: multiplicar-se, e encher o reino do Deus; se, é claro, for da vontade de Deus que o casal tenha filhos.

O Sentido da Morte



O Sentido da Morte
Dom Eugenio de Araujo Sales
Cardeal Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro

Cada túmulo é um monumento que perpetua neste mundo, as interrogações profundas do coração: por que viver? Por que morrer? Será que a dor dessa separação é o sentido último da existência humana?

Nos dias atuais, cada vez se conhece mais os segredos da psique, embora aumente a ausência, em nosso íntimo, da serenidade e da paz. Cresce a competência da medicina. Todavia tomam dimensões assustadoras os problemas da velhice desamparada pela própria família. O amor conjugal procurou emancipar-se: recusa a tutela da sociedade, da moral e, em consequência, decresce o número de matrimônios felizes. Busca-se avidamente a harmonia onde não pode ser obtida. Essa frustração no amor parece ser uma chaga que nos aflige.

A sociedade moderna torna-se um corpo doente, assistida por remédios sem número e aparelhagens sofisticadas. Ao curar-se um mal surgem novas mazelas.

Aspira-se à vida onde ela não se encontra, pois a ânsia dos prazeres que entorpecem as consciências nos conduz à morte. Tal explicação deriva do fato de o homem possuir uma dimensão transcendental. Desprezando-a, jamais se realizará plenamente.

O Dia de Finados coloca diante de nós, no íntimo de cada um essa angústia: a interrogação sobre o Além. Um verdadeiro grito de alerta que favorece a salvação e soluciona dificuldades pela garantia de uma perspectiva perceptível pelos sentidos.

No Antigo Testamento não temos uma resposta cabal. A luta contra os cultos pagãos, que transformavam os defuntos em verdadeiros deuses, exigia medidas profiláticas em favor do povo eleito: “Só Eu sou o Senhor” (Lv 19,28; 20, 6.27). “Vós sois os filhos do Senhor, vosso Deus; por isso, não presteis culto aos mortos” (Dt 14,1). Assim, inculcavam que estes não são divindades, mas, em suas cinzas, seres como nós.

Nos textos sagrados antes de Cristo, a morte conservava sua força como penalidade pela desobediência dos primeiros pais.

Os portais da Eternidade permaneciam impenetráveis. Geme o grande profeta Isaías (38, 10-12): “É necessário, pois, que eu me vá no apogeu de minha vida. Serei encerrado por detrás das portas da habitação dos mortos (...). Não verei mais o Senhor na terra dos viventes, não verei mais a luz (...). Arrancam as estacas de meu abrigo, arrebentam-no como uma tenda de pastores”.

Somente com o fulgor da Ressurreição foram vencidas as trevas que envolviam a condição do homem após a morte. O acontecimento revelou o poder sobre o que destruía o corpo. Por isso, São Paulo, convertido, proclama que o Salvador resgatou o véu misterioso da morte, perdoou o pecado, apagou a culpa, reconciliou a criatura com o Criador. Assim, destruída a causa dos males, desapareceu o castigo na dimensão de permanência, restando apenas algo de transitório. Ainda devemos passar pelo túmulo, como o Mestre; mas o que se lhe segue deixou de ter o estigma da tristeza, para se transformar em esperança.

Essa profunda metamorfose surge de um fato: “Eu vivo e vós vivereis” (Jo 14,19). Sua vitória é nosso triunfo. No meio das dores dos que choram seus entes queridos, repitamos com o Apóstolo: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? A morte foi tragada pela vida” (1Cor 15,55).

Desse ensinamento de fé cristã brotam valiosas consequências.

A primeira delas é a esperança que envolve a saudade ao visitar os túmulos de nossos entes queridos. A luz da vela acesa nos recorda o fulgor de Cristo que ressuscitou e o fará a todos que são batizados na sua morte. Eles o acompanham, vitoriosos, na sobrevivência eterna. A firme convicção da Palavra de Deus é o sólido fundamento dessa confiança.

A outra é a admoestação que todo cemitério nos sugere. As sepulturas nos falam de nosso amanhã: lá estaremos também. Entretanto, só “quem não ama permanece na morte” (Jo 3,14). Assim, a Ressurreição do Senhor produzirá em nós seus frutos na medida em que na vida praticamos as obras do Redentor: a justiça, a bondade e o perdão. Toda uma existência seguindo o Evangelho nos abre uma maior possibilidade de participação na glória eterna. As renúncias são pedidas, mas os sacrifícios dessas exigências desaparecem diante da perspectiva futura.

A última reflexão no Dia de Finados é relativa à nossa maior aproximação com os que nos precederam na glória eterna. Eles usufruem da alegria do Paraíso. Então, estaremos mais unidos aos nossos entes queridos à medida que nossos corações permanecem junto ao Senhor. A oração é o momento de nos encontrarmos diante da face de Deus e com aqueles que hoje já participam da vitória de Cristo.

Assim o Dia de Finados continua envolto em saudade provocada pela ausência física dos que amamos e já se foram. E, no entanto, é também uma ocasião de louvores: “Graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória eterna, por nosso Senhor Jesus Cristo” (1Cor 15,27).

Somente os que creem na Palavra de Deus recebem a graça transformadora. Ela converte a dor na esperança e substitui por uma presença o vazio deixado pelos que nos antecederam na casa do Pai.

fotos e culturas





DIA DE SAUDADES, MAS TAMBÉM DE BOAS LEMBRANÇAS




DIA DE SAUDADE, MAS TAMBÉM DE BOAS LEMBRANÇAS

Para muitas pessoas, o dia de finados é uma data triste, que deveria ser excluída do calendário. Muitos, nesse dia, ficam deprimidos ao recordarem os seus entes queridos que partiram desta vida. Alguns isolam-se, outros viajam para esconder suas mágoas...

Porém, poucos conseguem ver que o dia de finados deve ser um momento de reflexão acerca de como anda a nossa conversão. Deve ser um dia de "fecho para balanço", daqueles em que se para tudo, totalizam-se os lucros e os prejuízos e promete-se e permite-se vida nova.

Não podemos esquecer-nos de que um dia estaremos também partindo desta vida. Não podemos ignorar isso pois, como um ladrão na noite, como diz o Evangelho, esse dia chegará. Felizes aqueles que foram "apanhados" em oração, com os Sacramentos em dia.

Muitas pessoas lamentam a "perda" de um pai ou uma mãe e esquecem-se de que eles fizeram apenas uma viagem distante e que estão esperando por nós. Partiram quando o Pai, transbordando de saudades, gritou: - Filho(a), há quanto tempo estás aí! Volta para casa! - e assim foi feito.

Muitos, porém, desses que lamentam a perda de um ente querido, ao invés de serem verdadeiramente santos para, um dia, voltarem a encontrar-se com seus parentes e amigos que partiram desta vida, tomam um outro rumo, ora distanciando-se de Deus e da Sua Igreja ora vivendo uma fé morna, como diz Jesus.

Não percebem que, ao fazer isso, desperdiçam a única oportunidade que têm de rever essas pessoas. É uma pena...

Neste dia 2 de Novembro, que possamos verdadeiramente rever os nossos sonhos, a nossa vida, a nossa fé e, pela glória de Deus, mudar de rumo, se necessário for.

Paz e Bem!

©Evangelizo.org 2001-2009

cemitério virtual

O facebook é a mais recente mídia social a ter um espaço para lembrar daqueles que já deixaram o mundo real. No virtual, cresce a oferta de sites que prestam homenagem aos que se foram e valem-se dos mesmos recursos que deram vida às redes sociais.

a
Site português Campa Virtual

No francês Le Cimetiere, por exemplo, é possível adicionar um defunto, uma fotografia e depositar flores em seu túmulo virtual da mesma maneira que se pode criar um perfil no Orkut, adicionar uma foto no Flickr ou enviar um presente pelo Facebook. O site sobrevive cobrando serviços premium como, por exemplo, envio de SMS comunicando a perda de um ente querido.

A comunicação da viagem sem volta pode ser agendada ainda em vida no Slightly Morbid. Nesse site, o usuário cria uma conta e inclui nome e e-mail daqueles a quem deseja comunicar quando partir.

Outros sites, como o Gone too Soon, abrem espaço para que se possa homenagear quem está hospedado em uma cova virtual. Em muitos desses espaços, a moderação é um serviço pago. Não comprar esses serviços significa dar condição para que também se possa falar mal do falecido. É a idéia de reputação nas redes sociais transformada em uma espécie de purgatório, em julgamento póstumo.

Cada um dos 300 milhões de usuários do facebook teria que deixar a rede um dia, mas o site de relacionamentos anunciou a criação de um espaço dedicado à memória dos usuários que já não acessam mais a rede.

"Quando alguém nos deixa, não sai da nossa memória nem da nossa rede social" escreveu o responsável pela segurança do Facebook, no blog corporativo. Segundo Max Kelly, este será um lugar onde as pessoas poderão guardar e compartilhar as lembranças daqueles que já se foram. Como ele responde pela segurança da rede, garante que os perfis serão privados e será exigida uma prova de que o sujeito realmente morreu. A cópia de um anúncio fúnebre impresso, por ironia, já dá a chave para o ingresso do falecido na sua nova morada.

O Respectance já se adiantou e oferece a possibilidade de vincular uma homenagem ao seu perfil no Facebook, amplificando o tributo para o universo da maior rede social do mundo.

Como não poderia deixar de ser, os cemitérios virtuais estão acessíveis também aos animais de estimação, como é o caso do Projeto Pró-animal. O site cobra R$10,00 para que o usuário plante flores, que murcham em 30 dias, mas ele pode plantá-las novamente, morrendo com mais R$10,00, obviamente.

Um dos mais completos e interessantes é o Campa Virtual, site português que permite vincular a memória do ente querido a um determinado local do mapa de Portugal. Quem registra um túmulo, pode deixá-lo com livre acesso ou restrito apenas aos amigos e familiares. O site oferece demonstração dos tipos de serviços que presta. E permite a inserção de fotos, textos, vídeos, ilustrações animadas e fundo musical. Ao acessar essas páginas de demonstração dos recursos do site português, os usuários são sensibilizados por um fado triste e melancólico. Nada mal para o povo que inventou a saudade.

Notinhas da Igreja




Dia de Finados 8h Igreja Nossa Senhora Aparecida

9h Cemitério Novo
9h Cemitério Velho




16h Cemitério Velho


19h Missa Igreja Mãe dos Homens



Crisma
Aconteceu no sábado dia 24 de outubro Crisma nas Comunidades de Nossa Senhora Aparecida as 17 horas e as 19 horas na Comunidade Nossa Senhora Mãe dos Homens, ambas em Porto Feliz, e com a presença do Arcebispo Metropolitano Dom Eduardo.

Fotos cedias gentilmente por Laís e família




Após a missa
No dia 25, após a Missa das 18horas na igreja Nossa Senhora Aparecida, a Corporação Musical União, tocou para aqueles que ficaram e comeram pastéis e refrigerantes.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhP1qBpKKV6jve8Fe7WGvi-593ixO8HWZEJvs2izgOHHOidhUFy63BwQ8n6CcSEHznCjo6nCYF1P3IB9uf5zQCvaQ2J4sU726bHRZxfM5r4EHSqLIdSNPmAy13kTtg72XkiW13-tKd-DlM/s400/focolares.jpg
Focolares dia 25
13 jovens de Porto Feliz foram à Mariápolis Ginetta participar da Jornada Jovem. Entre eles estava a jovem Luara que vivenciou por lá 6 meses viver em fraternidade, ondeu tudo era submetido ao evangelho. Sua Mãe Sara, acompanhou e orientou todos que estavam na Van. Chegando lá, o jovem Felipe Miranda, testemunhou para todos como foi a experiência da Jornada Jovem de 2008. O tema deste ano foi "Você foi feito para algo MAIOR".



Sessão de Câmara
O vereador Gerão leu uma mesagem enviada pela Fraternidade São Maximiliano Kolbe (Movimento de Assis), sobre o dia 27, dia mundial da Paz para os Franciscanos.




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Dia 27 de outubro
Começou nesta data, mas no ano de 1986 em Assis, com o Papa João Paulo II, que se reuniu com outros líderes Religiosos e rezaram pela Paz. A partir de então, anualmente os Franciscanos ou simpatizantes celebram este dia.



http://blog.cancaonova.com/cuiaba/files/2008/11/logo-rcc.jpg
Missa RCC
Acontecerá amanhâ a noite, a missa da RCC na Igreja Matriz N S Mãe dos Homens, o grupo de oração Fonte de Água Viva convida a todos.




http://www.pslg.com.br/pastorais/apostolado_oracao.jpg
Apostolado da Oração
Sábado dia 7 de novembro, na Igreja N S Aparecida, acontecerá uma formação, para constituir na Paróquia o Apostolado da Oração. Para participar é necessário ter esta formação. O Pe Carlos está convidando a todos. Ás 13h30m.


São Benedito
Missa as 15horas nesta terça-feira

A CELEBRAÇÃO DE FINADOS


A VIDA ETERNA QUE CRISTO NOS PROMETE COMEÇA AGORA !

Estamos no Mês de novembro. Nesse mês, de modo especial no dia de finados, relembramos nossos familiares, amigos que partiram de nosso convívio. Para uns esse ato de recordar é tranqüilo, sereno; para outros reabre às vezes feridas, renasce o pranto e prolonga a dor porque ainda não conseguiu aceitar a separação daquele ou daquela que partiu do convívio cotidiano. De um ou de outro modo o ato de recordar reacende a saudade, mas também a dor.

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A visita que fazemos ao cemitério, as preces que elevamos a Deus, as velas que acendemos, as flores que oferecemos aos nossos entes queridos são um expressão do nosso amor e carinho a eles. Mas não apenas isso. É também expressão de nossa confiança em aqueles que não estão mais juntos de nós fisicamente, que não caminham conosco em nosso dia a dia, definitivamente, não morreram. Essa garantia é o próprio Jesus quem nos da: “aquele que crê em mim, mesmo que morra viverá eternamente” (Jo 11,25). Para os que acreditam a vida não se restringe no aqui e agora que vivemos na história, porém a vida se revela em algo muito maior. A vida apreciada no amor é, na fé, convivência eterna em comunhão com Deus. Essa é a esperança cristã que nos conduz a um olhar confiante e alegre a essa comunhão de amor que há de vir.

Todavia, a vida eterna, a salvação não é para ser buscada apenas depois da morte. Essa busca deve começar aqui e agora. Trata-se antes de tudo de acreditar no chamado que Deus faz a nós em Cristo. Por meio do seu filho Deus nos põe em comunhão com Ele. Mas essa é uma verdade de fé. Assim como somente pela fé em Cristo e sob a ação do Espírito podemos conhecer quem é Deus, do mesmo modo é também pela fé que podemos ter acesso a essa verdade, ou seja, à vida glorificada.

Mas cuidado para não entender errado o que estamos falando. Quando digo que é preciso crer trata-se de acolher aquele que é o Senhor da vida em nossa vida e aceitar que sua Palavra seja “lâmpada para os nossos pés” no dia a dia. Trata-se de deixar que ela – a Palavra - transforme nossa vida a tal ponto que possamos também hoje amar como o Cristo amou e ama, perdoar, solidarizar, profetizar, enfim, servir e fazer o bem como ele o fez. Dessa maneira antecipamos desde já a convivência plena no amor de Deus.

O Cristo glorioso e ressuscitado não é outro senão aquele chorou diante de seu amigo Lázaro, que teve compaixão da multidão faminta, que caminhou em busca da ovelha perdida, que carregou a cruz até o calvário e lá foi crucificado e morto. Com isso quero dizer que seremos o que somos agora. Será eternizado o que agora vivemos e fazemos. Na verdade a promessa e garantia da vida eterna supõe um modo de viver. É um viver segundo Cristo ou como diz Paulo, “não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).

Tudo o que expressamos é preciso ser visto em relação a outro ato de recordação e celebração que antecede o dia de finados: a Festa de todos os Santos. Louvamos e bendizemos a Deus por todos os santos. Mas quem são os santos? São nossos irmãos na fé que numa determinada viveram a fé em Cristo buscando fazer a vontade do Pai. É verdade que o número dos santos não são somente aqueles que a Igreja já os declarou. Vai muito alem. Ser santo é um chamado dirigido a todos os homens e mulheres que ontem, hoje e amanhã peregrinam por esta terra (1 Cor 1,2). Nesse sentido podemos dizer que todos os nossos irmãos, amigos, familiares que não estão mais conosco já experimentam a alegria de ser santo como nosso Deus é santo em sua ressurreição. Essa mesma alegria somos nós convidados a experimentá-la em nosso caminhar cotidiano rumo à pátria definitiva. Isso implica fazermos o que já expusemos: viver em Cristo abraçado às tarefas do Reino de Deus. Para ser mais claro, viver a caridade com os irmãos, sobretudo, o pobre, o enfermo, o faminto, pois este rosto sofrido é o rosto mesmo de Cristo.

Que essa singela reflexão seja oportuna a você leitor (a) no sentido de cultivar não um sentido de desespero diante da morte ou ainda que lhe ajude a aceitá-la com um olhar sereno. De certa forma a morte é nossa parceira. Sem a morte e experiência da cruz não se experimentará a vida glorificada. Ao mesmo tempo ajude a examinar quais ações são prioritários em sua vida e se elas estão relacionadas às escolhas d’Aquele que nos chama a viver na santidade e nos assegura uma Vida plena, eterna e feliz. De uma coisa estou certo aquele que faz a vontade de Deus não ficará sem recompensa: o cêntuplo nesta vida e a vida eterna.

(fonte: www.dioceseprocopense.org.br/site/artigos/pealcides_finados.doc - autor: Pe. Alcides Andreatta . Mestrando em Teologia Pastoral . Belo Horizonte - MG)

Tribuna Católica



Centenas de pessoas devem visitar os cemitérios de Boituva durante o feriado do Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro. O município possui dois cemitérios: O Cemitério Municipal (Rua Cel. Eugênio Motta, 710 - Centro) e o Cemitério da Saudade (Av. Célia Lourdes Vercellino, no bairro Cidade Jardim). Para evitar transtornos no dia 2, o prazo para reformas e construções encerrou no último dia 25, e o prazo para a limpeza se estende até o domingo dia 1° de novembro.

É importante que os visitantes substituam água por areia úmida nos vasos, evitando assim possíveis focos de criação do Aedes Aegypti mosquito transmissor da dengue. Os cemitérios da cidade funcionarão das 8h as 17h30.

A programação de missas também será diferente, serão realizadas duas missas em frente o cemitério do centro, uma as 9 horas Organizada pela Paróquia São Francisco de Assis, missa presidida pelo Padre José Roberto, e uma as 16 horas Paróquia São Roque presidida pelo pelo Padre Almir. Já para quem visita o Cemitério da Saudade a missa será as 8 horas presidida pelo Padre José Basílio, na Capela Santa Cruz.


mesnagem para você

Entre o passado, onde estão nossas recordações, entre o futuro, onde estão nossas esperanças, fica o presente, onde está o nosso dever.
Sueli Pioli

Tire o chapéu para o passado, e arregace as mangas para o futuro!