quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Festa Julina família Budart

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Muito comum em Porto Feliz, são as festas juninas e julinas promovidas pelas famílias porto-felicenses. A Pascom foi convidada a participar da família Budart que aconteceu na zona rural de Porto Feliz.

Amigos, familiares e irmãos de comunidade foram convidados a participar, com comes e bebes, barraca da pescaria, pula-pula, cachorro quente, danças, quadrilha teatralizada e show do Tua Face. Presença do pároco de N. Sra Aparecida que abençoou a todos os presentes no local.

Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

21ª Festa de São Cristóvão encerrou neste domingo!

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Organizada pela Paróquia São João Batista encerrou neste domingo a 21ª Festa de São Cristóvão, conhecido como o padroeiro dos caminhoneiros. Com missa neste domingo (29), na comunidade São Francisco de Assis, seguida de carreata até o CEMEX (Centro Municipal de Exposições) para a benção dos veículos conferidas pelo Seminarista William Coimbra e pelo padre Washington P. Ribeiro da paróquia N. Sra. Aparecida.

No local realizou-se com a participação de paroquianos de N. Sra. Aparecida, o tradicional almoço, com comes e bebes, além musica e leilão. Muitos carros, caminhões e até ônibus se dirigiram ao local, um grande buzinaço foi ouvido por toda a cidade.

Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

terça-feira, 31 de julho de 2012

2º dia do 4º Congresso de Educação de Porto Feliz

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Neste segundo dia, todos os profissionais da rede se dividiram para oficinas e mini-cursos, realizados no Espaço Cultural Estação das Artes, Emef Domingos de Marco, Espaço Cultural Olair Coan e no Porto Feliz Tênis Clube. O profissionais se inscreveram conforme disponibilidade e ordem de inscrição.

Temas como reaproveitamento de materiais, inclusão, matemática, jogos, literatura, língua estrangeira, cooperação, história da África, construção de autores, bullying e contação de histórias, estes dois últimos os mais elogiados.

Na parte da tarde todo se reuniram para o Espetáculo Musical “1964” que usando do jogo de luzes, músicas do período da ditadura e sonoplastia de cena, os principais momentos da ditadura foram apresentados aos educadores, como a luta pela liberdade, igualdade, militância política, perseguição, separação das famílias, a fuga e as mortes, foram aplaudidos de pé pelos educadores e receberam muitos elogios por parte dos professores de história. 

O encerramento ficou por conta do antropólogo, Tião Rocha, com a palestra “Pedagogia da Roda e Aula de Cafuné”, que detalhou suas experiências com os "meninos e meninas" (como ele assim chama os alunos), também falou de suas experiências em diversas cidades, nas escola públicas e particulares, as experiências no lixão e no mangue, além de uma história que te fez marejar os olhos quando ele partilhou disto em sua palestra: a história de Álvaro, aluno que mudou a escola em que estava, estudioso e de calorosos debates, segundo Tião, quando ia dar aula para o Álvaro era necessário estudar pois seus questionamentos eram difíceis. Certa vez chegou a notícia de que ele se matou e no cemitério conheceu os pais do garoto, e eles tinham a certeza que o querido professor Tião que tanto Álvaro elogiava em casa, saberia dizer o motivo de tal ato. Tião buscou analisar todos os seus textos e tentar analisar as "piscadelas" que possivelmente Álvaro poderia ter dado e não foi percebido. Assim ele incentivou os educadores a terem sensibilidade para com os seus alunos, entenderem seus sinais e gritos, jurou a si mesmo que lutaria para não perder mais nenhum aluno sem notar as piscadelas.


O Secretário de Educação Cultura e Esporte, professor Júlio C. Bronze agradeceu pela sua palestra e lhe entregou um mimo de lembrança de Porto Feliz. O secretário, em sua fala agradeceu a presença de todos e desejou um produtivo segundo semestres com o retorno do ano letivo.


Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

As vítimas da incredulidade

 


Muitas pessoas se esfriaram na fé, principalmente porque enfrentaram falsas religiões ou buscaram métodos de cura e libertação em filosofias, crenças e práticas não cristãs. Esses métodos levam as pessoas a se voltarem para si mesmas, o que acaba atingindo a sua fé.
As pessoas tornam-se vítimas da incredulidade. Tudo se reduz ao nível simplesmente humano, e, sem perceber, a fé se anula. Surgem as justificativas para a pouca oração, para não participar da Eucaristia. A morte da fé vai acontecendo de maneira muito “nobre e diplomática”.
A cura para todos esses males está na Eucaristia. Os nossos olhos também se abrirão e reconheceremos Jesus, “ao partir do pão”. Não precisará que Ele esteja visível diante de nós. Ele permanecerá oculto na Eucaristia, e a venda dos nossos olhos cairá.
Deus o abençoe!


Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova