terça-feira, 10 de julho de 2012

Pensando sobre a morte!

 

"A morte é algo inevitável. A gente sente a ausência porque a morte é sempre uma coisa que não era para ocorrer. O homem não devia morrer. Mas a morte é uma passagem para a vida definitiva."


Cardeal Dom Eugenio Sales, arcebispo emérito do Rio de Janeiro, quando perguntando sobre o medo da morte.

Morre o cardeal Dom Eugênio Sales

 

Arcebispo emérito do Rio tinha 91 anos e faleceu em casa. Enterro será nesta terça, às 15h, na catedral da cidade.

Do G1 RJ

 

O cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales, arcebispo emérito da Arquidiocese do Rio de Janeiro, morreu no final da noite desta segunda-feira (9), em sua casa, no Rio, aos 91 anos.

Segundo a arquidiocese, o enterro está marcado para as 15h desta terça, na catedral da cidade. O velório será no mesmo local, mas ainda não tem hora marcada.

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Nascido em Acari (RN), Dom Eugênio Sales foi ordenado bispo aos 33 anos, em Natal (RN), com apenas 11 de sacerdócio. Em 1968, tornou-se arcebispo de Salvador e, em 1971, arcebispo do Rio. Ficou à frente da arquidiocese carioca até 2001, onde tornou-se referência na defesa de perseguidos políticos do regime militar.

Carreira
Dom Eugênio Sales entrou para o seminário em 1936. Após o Curso de Humanidades, foi enviado ao Seminário Maior da Prainha em Fortaleza, onde permaneceu de 1937 a 1943.

Sua ordenação diaconal ocorreu no dia 16 de março de 1943. Na manhã do dia 21 de novembro do mesmo ano foi ordenado sacerdote por Dom Marcolino, na antiga Catedral de Nossa Senhora da Apresentação, em Natal, e celebrou a primeira missa por ocasião da festa da padroeira com a homilia proferida por Monsenhor Paulo Herôncio.

No início do seu ministério sacerdotal recebeu a nomeação para Coadjutor da Paróquia de Nova Cruz e Capelão do Colégio Nossa Senhora do Carmo. Em 1944, transferido para Natal, foi designado Capelão do Colégio Marista, Diretor Espiritual e Professor do Seminário São Pedro

Em 1954, aos 33 anos, foi nomeado bispo auxiliar de Natal pelo Papa Pio XII.

Dom Eugenio Sales é nomeado Administrador Apostólico de Natal em 6 de janeiro de 1962, função exercida até 1964. Neste ano é também nomeado Administrador Apostólico da Arquidiocese de Salvador.

No dia 29 de outubro de 1968, foi nomeado pelo Papa Paulo VI Arcebispo de Salvador.

Em 28 de março de 1969, o Papa Paulo VI comunica oficialmente a escolha de Dom Eugenio Sales para o Colégio Cardinalício.

Durante o Consistório realizado entre os dias 28 de abril e 01 de maio de 1969, é criado Cardeal.

No dia 13 de março de 1971 foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro pelo Papa Paulo VI. Ocupou o cargo de 27 de março de 1971 a 25 de julho de 2001.

Atuação durante o regime militar
Reportagem do site do jornal "O Globo" lembra que "em 67 anos de vida dedicada à Igreja, o cardeal foi rotulado tanto como líder conservador quanto "bispo vermelho", por ter, no início do sacerdócio, ajudado a criar os primeiros sindicatos rurais no Rio Grande do Norte. Um capítulo importante da vida de Dom Eugenio remonta à ditadura, quando atuou de maneira silenciosa, abrigando no Rio mais de quatro mil pessoas perseguidas pelos regimes militares do Cone Sul, entre 1976 e 1982, especialmente argentinos. A história da participação sem alarde do arcebispo foi contada, 30 anos depois, pelos principais meios de comunicação. Discretamente, o cardeal cultivava delicadas relações com os militares e ajudou a salvar vidas".

Segundo o texto, "para dar conta de tanto pedidos, autorizou o aluguel de quartos e depois apartamentos. A ajuda incluía dinheiro para gastos pessoais, assistência médica e auxílio jurídico".

Missa pela festa litúrgica de Santa Madre Paulina

 

Nesta segunda-feira (9), aconteceu na Comunidade Nossa Senhora da Penha, a fazenda Jupira, a Missa pela festa litúrgica de Santa Madre Paulina.

A devoção a Madre Paulina na Comunidade foi trazida pela Irmã Neusa das "Irmanzinhas da Imaculada Conceição ". A religiosa é irmã da Neide atual coordenadora da Comunidade.

Na festa de N. Sra. da Penha de 2011,  a imagem de Santa Madre Paulina foi trazida pela Irmãs à comunidade.

Fonte: Washington P. Ribeiro

2º dia do Tríduo de São Bento, comunidade São José e São Bento

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No segundo dia do Triduo de São Bento, na comunidade São José e São Bento na Vila Bandeirantes, nesta segunda-feira (09), aconteceu a missa carismática, presidida pelo pároco Washington P. Ribeiro, e também diretor espiritual da Renovação Carismática Católica de Porto Feliz.

Durante a celebração o sacerdote conduziu momento de oração e grande interiorização pessoal. Na homilia falou de São Bento cheio de carismas, explicou sobre a hemorroisa e seu ato de Fé.

Após a missa aconteceu a Adoração ao Santíssimo Sacramento, pedindo uma grande efusão do Espírito Santo.

Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

1º dia do Tríduo de São Bento, comunidade São José e São Bento

Com o tema: "São Bento, homem de fé" teve inicio deste domingo (08), o Tríduo em louvor ao santo co-padroeiro da comunidade que fica na Vila Bandeirante e se denomina São José e São Bento.


Mesmo com o frio, houve boa participação. A surpresa da noite trouxe bastante alegria a todos: a missa foi presidida pelo ex-pároco Padre Jorge Luís Machado (Padre Jorginho), que visitou nossa cidade neste final de semana e também celebrou missa na Matriz Nossa Senhora Aparecida.

Em Porto Feliz, pe. Jorginho foi pároco na São João Batista e N. Sra. Aparecida. Atualmente ele está em Salto de Pirapora, como vigário paroquial.

Fotos: Cida Scoparo
Texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Veterinária dá dicas de cuidados com os cães durante o inverno

 

De acordo com especialista, um banho por mês já é suficiente. Roupas são dispensáveis para a maioria das raças.

Tássia LimaDo G1 Sorocaba e Jundiaí

 

Cuidados são fundamentais para manter a saúde dos pets (Foto: Arquivo Pessoal)Roupinhas não são necessárias para todas as raças (Foto: Karin Cruz/Arquivo Pessoal)

Apesar dos dias mais frios ainda não terem chegado, a estação é inverno e a seca pede cuidados especiais com os bichinhos de estimação. Uma veterinária de Sorocaba(SP) falou sobre os pontos mais importantes para manter a boa saúde dos animais durante esse período.

De acordo com a especialista, a alimentação e a água não têm diferença, mas, nos passeios, por exemplo, ela recomenda cautela. "Pior do que o frio é o vento. É bom evitar sair com os cães em dias assim para não causar nenhum tipo de problema respiratório no animal", afirma a dra. Íris Arruda.

O banho é outro ponto que pede cuidados especiais. "No inverno, não é preciso dar mais que um banho por mês. Fora isso, uma boa escovação e uma limpeza com solução adstringente já é o bastante", explica a veterinária. Segundo ela, o excesso de banhos remove a camada protetora da pele e facilita a entrada de bactérias.

As roupinhas e os sapatos também vão contra a natureza dos pets. Ainda de acordo com a veterinária, a maior parte das raças não precisa de cobertura extra, especialmente os cães mais peludos. "A temperatura corporal dos cachorros já é superior à nossa. Isso somado à quantidade de pelos que eles possuem faz com que eles não precisem de mais nada para se aquecer", diz. Porém, algumas raças tendem a se acostumar e acabar gostando dos casaquinhos. "Os de pelo mais curto, como os pinschers, podem gostar de proteção extra".

Já os sapatinhos deixam os bichos completamente perdidos. "Nós usamos sapatos para a nossa proteção, mas eles não precisam disso. Os coxins plantares ( as almofadinhas nas patas ) deles são mais grossos e já servem de barreira contra bactérias. O sapato é desnecessário e incomoda o animal", finaliza.

Experiência de Oração Jovem em Porto Feliz

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Experiência de Oração Jovem – RCC Jovem – Porto Feliz

“Nos braços do Bom Pastor”

A RCC Jovem de Porto Feliz realizou nos dias 07 e 08 de Julho uma Experiência de Oração voltada para a juventude, com o tema Nos Braços do Bom Pastor. Os dois dias de encontro foram marcados por pregações, oração, louvor, animação e teatro, onde tudo versava ao universo juvenil. Todas as pregações seguiram os direcionamentos dos Querigmas da Renovação Carismática Católica.

Ao todo participaram do encontro por volta de 100 jovens, durante os dois dias. Muitos deles desconheciam a vida da Igreja, seus sacramentos, sua atividade, como puderam testemunhar ao término do retiro. A Missa de encerramento se deu no dia 08, celebrada, pois, pelo Pe. Washington.

Como todos os encontros, muitos foram os testemunhos, para a honra e glória do Senhor.

Texto: Vinicius Ribeiro Bagattine
Fotos: Lucas Araujo/Pastoral da Comunicação

A urgência do nosso trabalho

 

Olhando para a noiva – a Igreja, o povo de Deus – infelizmente não podemos dizer que ela está preparada; nem nossa casa está preparada, como noiva, para o esposo que está chegando. Deus não quer salvar só as pessoas da Igreja, mas todo o Seu povo, todos os Seus filhos. Todos são a “Sua noiva”. Os jovens da sua cidade, as famílias do seu bairro, as pessoas que trabalham na sua paróquia, infelizmente, não estão preparados para a vinda do Senhor. “A noiva” não está preparada.
O Senhor nos chamou na frente, por causa deles; derramou sobre nós o Seu Espírito e temos sido usados pelo Senhor nos dons do Seu Espírito Santo, por causa deles; mas não somos melhores que os outros, não somos uma “raça privilegiada” de pessoas que serão salvas, e o restante não. Pelo contrário, somos chamados porque, pela graça de Deus, pela confiança que Ele depositou em nós, fomos escolhidos para ser “o Amigo do Esposo”. Por isso Ele nos chamou: para irmos à frente, para preparar o Seu povo, para sermos sal e luz, para aplainar o caminho para os nossos irmãos.
O Senhor está às portas. Se a noiva está despreparada, descuidada com o enxoval, o “amigo do esposo” precisa despertá-la: “O esposo já está chegando... prepare-se. Você será pega de improviso... despreparada!” Dizendo isto, ele não a está ofendendo e sim afirmando: “Você é a escolhida, a amada”.
A amada é a Esposa. Somos apenas o amigo que tem a obrigação de despertá-la. Fomos à frente para acordar a Esposa. O Senhor quer salvar toda a Igreja. É por isso que nosso trabalho é muito urgente!
Deus o abençoe!


Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

Cidades do interior de São Paulo relembram a revolução de 32

 

No Centro-Oeste Paulista, Chavantes ainda tem as marcas da batalha. Em Conchal, as casas foram tomadas pelos soldados da revolução.

Do G1 Bauru e Marília

 

Nesta segunda-feira, 9 de julho, é o Dia da Revolução de 32. Um movimento que teve início depois do rompimento entre lideranças do estado de São Paulo com Minas Gerais. Na época um acordo entre os dois estados, a chamada política do "Café com Leite" alternava presidentes apoiados por São Paulo e Minas.

O estopim da revolução foi a morte de cinco jovens estudantes no centro de São Paulo. E movimento teve importância para várias cidades do interior paulista participaram da revolução.

Marca do projétil no batente de uma porta em Conchal.  (Foto: reprodução/TV Tem)Marca do projétil no batente de uma porta em Conchal. (Foto: reprodução/TV Tem)

Em Conchal, na região central do estado, as casas foram tomadas pelos soldados. Em casa da cidade, no batente de uma das portas, ainda é possível encontrar um projétil disparado durante a batalha. A dona do imóvel fez questão mantê-lo no local.

Em Itapeva, o escritor José Sérgio Marques utilizou o diário do jornalista Átila Bonilha, dono do jornal "O tempo", para escrever um livro que revela o comportamento, as roupas e as armas usadas pelos militares durante a revolução.

A cidade de Chavantes teve grande importância para o movimento revolucionário. Chavantes fica na divisa do estado de São Paulo com o Paraná. A ponte pênsil foi construída na década de 20 para o escoamento da produção de café, mas durante a revolução constitucionalista de 32 ela teve outra finalidade. A ponte foi bloqueada para impedir o avanço das tropas federalistas em território paulista.

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As marcas na pedra foram feitas por soldados que procuravam abrigo. Na rocha, ficaram cravados os pensamentos revolucionários da época que marcou a história de da cidade. No museu e arquivo histórico de Presidente Prudente dá para saber quem foram as pessoas importantes que participaram dessa revolta.

Ponte pênsil de Chavantes foi bloqueada durante a revolução de 32.  (Foto: reprodução/TV Tem)Ponte pênsil de Chavantes foi bloqueada durante a revolução de 32. (Foto: reprodução/TV Tem)

Em Campina do Monte Alegre, uma réplica do Vermelhinho foi colocada na praça da república. Durante a revolução, o vôo do Vermelhinho anunciava o perigo. Só o ronco da aeronave assustava. Utilizado pelas tropas gaúchas, ele era o terror dos paulistas.Em Buri, a revolução chegou pelos trilhos. O meio de transporte das tropas era o trem. Na cidade a luta armada foi uma das mais sangrentas.

A revolução de 32 teve duração 3 meses. Neste período. 135 mil homens participaram da batalha. Do lado paulista, 850 soldados perderam a vida.

Réplica do Vermelhinho em Campina do Monte Alegre.  (Foto: reprodução/TV Tem)Réplica do Vermelhinho em Campina do Monte Alegre. (Foto: reprodução/TV Tem)

A revolução
Em 1930, um ano depois da crise do café, Getúlio Vargas assume o país. No governo provisório, o presidente nomeou interventores para governar São Paulo. Contrariados, os grandes fazendeiros de café, começaram a organizar um movimento no estado para derrubar Vargas e pedir uma nova constituição no país. O estopim da revolta teve início com a morte de cinco jovens no centro da cidade de São Paulo, em 23 de maio de 32 .

Em Chavantes, as pedras mostram a passagem dos soldados pela cidade.  (Foto: reprodução/TV Tem)Em Chavantes, pedras mostram a passagem dos soldados pela cidade. (Foto: reprodução/TV Tem)

Os estudantes Mário Martins de Almeida, Euclides Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Camargo de Andrade morreram durante uma tentativa de invasão ao escritório da Liga Revolucionária - grupo que apoiava o governo. Das iniciais dos mortos nasceu o movimento oposicionista conhecido como MMDC - Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo.

O estudante Orlando de Oliveira Alvarenga, morreu três meses e, por esse motivo, não teve seu nome associado ao movimento. No dia 9 de julho de 1932: o estado de São Paulo se levantou em defesa da democracia.