domingo, 8 de abril de 2012

Domingo da ressurreição na paróquia N. S. Aparecida

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As atividades na paróquia começaram logo cedo, com procissão de Cristo Ressuscitado partindo da Igreja São José e São Bento e percorrendo as ruas dos bairros jardim Porungal e Cidade Jardim, com hinos, orações, bandeiras brancas e Aleluias em saudação à Ressurreição de Jesus Cristo.

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Na matriz  Nossa Senhora Aparecida, a Santa Missa acolheu os fiéis, leitores, ministros, os festeiros do Divino 2012 e a imagem de Cristo Ressuscitado. Na homilia, o pároco Washington P. Ribeiro explicou a liturgia deste domingo da Ressurreição, explicou o significado Cristão da Páscoa e incentivou a todos a mudarem de vida, testemunhando Cristo Ressuscitado fora da Igreja, levar o Cristo Vivo nos ambientes aonde freqüentamos.

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No final, foram enviadas as 40 bandeiras do Divino, que percorrerão os 37 setores e comunidades de toda a Paróquia, como visitação e benção das casas. Com música e invocação do Espírito Santo, foi um lindo momento de envio.

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Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

Sábado Santo na Paróquia Nossa Senhora Aparecida

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Reunindo sua família paroquial, a matriz Nossa Senhora Aparecida celebrou a Mãe de todas as Missas, a mais importante do calendário litúrgico: a missa de Sábado Santo ( e não de Aleluia). "Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (CiC 73).

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A celebração teve a Benção do Fogo e a punção do Círio Pascal, depois a Liturgia da Palavra com as leituras que narram a história, na liturgia Batismal foi recebido os Santos óleos e a Água Batismal, na Vigília Santa todos são convidados a participarem da Liturgia Eucarística comungando à espera da ressurreição de Jesus.

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Todas as comunidade rurais e urbanas receberam seu Círio Pascal, que foram abençoados e acesos pelo pároco Washington P. Ribeiro. Na homilia foi-se ressaltado que a Páscoa também acontece em outros períodos do ano, não só nesta época, ela "acontece todas as vezes que perdoamos, que pedimos perdão, que admitimos nossos erros, falhas, que nos reconciliamos com quem amamos e nos reconciliamos com Deus" exortou.

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Fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

O que é Ressuscitar?

A ressurreição é uma resposta para a morte. Mas a morte é um assunto tão desagradável que a gente prefere achar que ela só é para os outros.
Mesmo assim, chega até nós uma pergunta que nos atinge diretamente: "O que vem depois da morte?" "Depois da morte a gente..."
Alguns acham que nós desaparecemos com a morte.
Outros dizem que ninguém sabe o que vem depois. Uns dizem que somos uma energia cósmica, que ao morrer voltamos à energia do universo.
E pela reencarnação se diz que após a morte voltamos em diferentes corpos sucessivas reencarnações, até atingir a perfeição e não precisar mais voltar.
A fé cristã afirma que a ressurreição é uma transformação de nós, pelo poder amoroso de Deus. Assim, a morte física não é o fim, mas uma passagem ou etapa de nossa vida. Na missa dos mortos, rezamos: "Para quem crê, a vida não é tirada, mas transformada".
A ressurreição não quer dizer imortalidade da alma, que voltaria para um corpo que morreu. Ela é antes de tudo a transformação da pessoa integralmente. Transformação? Em que consiste?
Sobre isso uma vez uma criança deu uma resposta genial: "Quando a gente morre, a gente passa para outra dimensão; a gente nunca vai entender direito isto enquanto não passar por ela".
Esta é uma explicação interessante, mas que pode ser melhorada. A transformação final na morte física assusta, pois é desconhecida.
Então, a gente não tem pressa de "passar desta para a melhor". Mas antes dessa transformação, há muitas outras que são como ensaios da ressurreição final. Nossa vida é uma história que se desenrola: estamos sempre morrendo para isto e nascendo para aquilo. A fé cristã já coloca a ressurreição quando morremos para o egoísmo e nascemos para o amor.
Essa morte também não é fácil, mas por ser diluída, às vezes a gente percebe menos. Ou então nos descuidamos de assumir e treinar a ressurreição. De fato, a ressurreição pode ser entendida como um caminho que a gente escolhe.
Por isso São Paulo adverte: "Se vocês ressuscitaram com Cristo, busquem as coisas do alto". Uma condição indispensável para a ressurreição final e de cada dia é a confiança em Deus.

http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/pascoa/15.htm
Pe Márcio Fabri dos Anjos. C.SS.R.
Revista de Aparecida

Domingo de Páscoa

O Domingo de Páscoa, é o dia em que até mesmo a mais pobre igreja se reveste com seus melhores ornamentos, é o ápice do ano litúrgico. É o aniversário do triunfo de Cristo. É a feliz conclusão do drama da Paixão e a alegria imensa depois da dor. E uma dor e alegria que se fundem pois se referem na história ao acontecimento mais importante da humanidade: a redenção e libertação do pecado da humanidade pelo Filho de Deus.
São Paulo nos diz : "Aquele que ressuscitou Jesus Cristo devolverá a vida a nossos corpos mortais". Não se pode compreender nem explicar a grandeza da Páscoa cristã sem evocar a Páscoa Judaica, que Israel festejava, e que os judeus ainda festejam, como festejaram os hebreus há três mil anos. O próprio Cristo celebrou a Páscoa todos os anos durante a sua vida terrena, segundo o ritual em vigor entre o povo de Deus, até o último ano de sua vida, em cuja Páscoa aconteceu na ceia e na istituição da Eucaristia.
Cristo, ao celebrar a Páscoa na Ceia, deu à comemoração tradicional da libertação do povo judeu um sentido novo e muito mais amplo. Não é um povo, uma nação isolada que Ele liberta, mas o mundo inteiro, a quem prepara para o Reino dos Céus. A Páscoa cristã - cheia de profunda simbologia - celebra a proteção que Cristo não cessou nem cessará de dispensar à Igreja até que Ele abra as portas da Jerusalém celestial. A festa da Páscoa é, antes de tudo, a representação do acontecimento chave da humanidade, a Ressurreição de Jesus depois de sua morte consentida por Ele para o resgate e a reabilitação do homem caído. Este acontecimento é um dado histórico inegável. Além de que todos os evangelistas fizeram referência. São Paulo confirma como o historiador que se apoia, não somente em provas, mas em testemunhos.
Páscoa é vitória, é o homem chamado a sua maior dignidade. Como não se alegrar pela vitória d'Aquele que tão injustamente foi condenado à paixão mais terrível e à morte de cruz?, pela vitória d'Aquele que anteriormente foi flagelado, esbofeteado, cuspido, com tanta desumana crueldade.
Este é o dia da esperança universal, o dia em que em torno ao ressuscitado, unem-se e se associam todos os sofrimentos humanos, as desolusões, as humilhações, as cruzes, a dignidade humana violada, a vida humana respeitada.
A Ressurreição nos revela a nossa vocação cristã e nossa missão: aproximá-la a todos os homens. O homem não pode perder jamais a esperança na vitória do bem sobre o mal. Creio na Ressurreição?, a proclamo?; creio em minha vocação e missão cristã, a vivo?; creio na ressurreição futura? , é alento para esta vida?, são perguntas que devem ser feitas.
A mensagem redentora da Páscoa não é outra coisa que a purificação total do homem, a libertação de seus egoísmos, de sua sensualidade, de seus complexos, purificação que, ainda que implique em uma fase de limpeza e saneamento interior, contudo se realiza de maneira positiva com dons de plenitude, com a iluminação do Espírito, a vitalização do ser por uma vida nova, que transborda alegria e paz - soma de todos os bens messiânicos-, em uma palavra, a presença do Senhor ressuscitado. São Paulo o expressou com incontida emoção neste texto: " Se ressuscitastes com Cristo, então vos manifestareis gloriosos com Ele".

Sexta-feira Santa, na Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens

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A Sexta-feira Santa é um dia de jejum, abstinência, reflexão e introspecção. E como é tradição, aconteceu a Adoração ao Santíssimo Sacramento em uma capela montada ao lado da Igreja, no Centro Catequético. Às 15h00 aconteceu a Celebração da Paixão, e o Padre fez uma concentração no Centro de Convivência. A Celebração tem a narração da Paixão, a Oração Universal e a Adoração de Jesus na Cruz.

Maurício de Toledo/Pastoral da Comunicação

Evangelho do Dia

Ano B - Dia: 08/04/2012

João viu e creu

Leitura Orante
Jo 20,1-9
Domingo bem cedo, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi até o túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada. Então foi correndo até o lugar onde estavam Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse: - Tiraram o Senhor Jesus do túmulo, e não sabemos onde o puseram!
Então Pedro e o outro discípulo foram até o túmulo. Os dois saíram correndo juntos, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro. Ele se abaixou para olhar lá dentro e viu os lençóis de linho; porém não entrou no túmulo. Mas Pedro, que chegou logo depois, entrou. Ele também viu os lençóis colocados ali e a faixa que tinham posto em volta da cabeça de Jesus. A faixa não estava junto com os lençóis, mas estava enrolada ali ao lado. Aí o outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e creu. (Eles ainda não tinham entendido as Escrituras Sagradas, que dizem que era preciso que Jesus ressuscitasse.) E os dois voltaram para casa.

Santo Alberto

Santo AlbertoNasceu na Itália no ano de 1150. Foi dizendo 'sim' a vontade do Senhor. Tornou-se religioso na Ordem Agostiniana, depois padre e superior de uma Comunidade. De 'sim' em 'sim' foi caminhando na vontade do Senhor, que o queria servindo a Igreja de Cristo e ao povo de Deus no Episcopado. Foi enviado como missionário para a Terra Santa, em Jerusalém.
Homem de oração, de vida sacramental, mariano. Apaixonado por Deus, por sua Igreja, pela verdade e pelo mistério pascal.
Entre os cristãos e não-cristãos haviam aqueles que o perseguia, até que no dia da Exaltação da Santa Cruz, ele estava com todo o Clero, e foi apunhalado por um fanático anti-cristão.
Morreu perdoando e unindo o seu sangue ao Sangue de Cristo.
Santo Alberto, rogai por nós!