quinta-feira, 28 de abril de 2011

Via Lucis na Paróquia Nossa Senhora Aparecida

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Neste domngo de Páscoa, aconteceu a Via Lucis, assim como a VIa Sacra, ela também possui 15 estações, porém, ela convida todos a refletirem o caminho de Glória de Jesus, da Ressurreição até Pentecostes. A Via Lucis terminou na Capela de São José e São Bento com Adoração ao Santíssimo.

Via Lucis completa, clique aqui.

Sabendo um pouco mais...
Com a celebração do dia da Ressurreição do Senhor ficámos extraordinariamente alegres, mas logo a seguir descuidamo-nos, esquecendo que o tempo que se lhe segue, quarenta e sete dias, persiste o denominado ciclo Pascal, que termina com a festa do Pentecostes. Nela festejamos o começo da Igreja edificada por Cristo, a sua consistência e o início da difusão como cumprimento do mandato do Senhor aos seus Apóstolos e a todos os baptizados no fogo do Espírito.

Para melhor o vivenciarmos, procuraremos trazer à memória com a “Via lucis”, ou Via Gloriosa de Jesus Cristo, a Sua presença em todos os momentos da nossa peregrinação em demanda da Terra Prometida, a caminho do Banquete final do Reino de Deus.

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1.ª ESTAÇÃO
Jesus não está morto, mas vivo

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2.ª ESTAÇÃO
Provavelmente Jesus aparece a Sua Mãe

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3.ª ESTAÇÃO
Jesus ressuscitado descoberto pelos olhos da fé

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4.ª ESTAÇÃO
O encontro com os discípulos

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5.ª ESTAÇÃO
Jesus vive na comunidade

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6.ª ESTAÇÃO
Jesus ressuscitado, envia os discípulos em missão

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7ª ESTAÇÃO
Jesus ressuscitado manifesta-se à comunidade

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8.ª ESTAÇÃO
Jesus aparece de novo aos discípulos estando Tomé presente

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9.ª ESTAÇÃO
Jesus no caminho dos homens

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10.ª ESTAÇÃO
Jesus ressuscitado aparece a Simão

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11.ª ESTAÇÃO
Na margem do Mar de Tiberíades Jesus aparece aos discípulos

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12. ª ESTAÇÃO
Para dirigir a comunidade é preciso amar

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14.ª ESTAÇÃO
Ao fim de quarenta dias Jesus sobe ao céu

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15.ª ESTAÇÃO
Jesus cumpre a promessa

 

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fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação

JPII: o Papa que aprendeu a chamar Nossa Senhora de mãe e amiga



Com nove anos, Karol começou a se preparar para a Primeira Comunhão. Ele ia à Missa às 6h da manhã. Depois se prostrava em frente à Virgem Maria e rezava. Foi sobretudo com sua mãe que aprendeu a ter uma devoção materna à Nossa Senhora. A mãe o consagrou aos cuidados da Virgem de Czestochowa, padroeira de todos os poloneses. O pequeno Karol aprendeu não somente a rezar Ave-Maria, mas também a chamar Nossa Senhora de mãe e amiga.
Desde então, a Virgem Maria tornou-se um referencial de vida e devoção para ele. À noite, antes de dormir, sua mãe ficava ao pé da sua cama para lhe falar sobre o amor a Deus e a devoção à Virgem Maria. Mais tarde, ele mesmo vai lembrar como essas noites abençoadas e extremamente importantes para o seu crescimento na fé e para o seu amor autêntico a Deus.
Estes trechos do livro “João Paulo II, uma vida de santidade”, de padre Roger Araújo, da Comunidade Canção Nova (Ed. Canção Nova, 2011), revela a história do menino, Karol Wojtyla, que aprendeu em casa, com sua mãe, a ter devoção pela Virgem Maria, o que culminou em sua missão como Papa.
Em diversos momentos de sua vida, sobretudo durante o pontificado, João Paulo II não deixou de ressaltar o seu amor pela Mãe de Jesus, assumindo, inclusive, em seu brasão episcopal o lema Totus tuus, inspirado na doutrina de São Luís Maria Grignion de Montfort sobre Nossa Senhora.

Sobre a doutrina do santo, João Paulo II escreveu uma carta às famílias monfortinas, na qual cita o “Tratado sobre a verdadeira devoção à Virgem Santíssima”, de autoria de São Luís e a influência deste na sua vida e devoção por Maria. “Eu próprio, nos anos da minha juventude, tirei grandes benefícios da leitura deste livro, no qual 'encontrei a resposta às minhas perplexidades' devidas ao receio que o culto a Maria, 'dilatando-se excessivamente, acabasse por comprometer a supremacia do culto devido a Cristo'", declarou o Santo Padre.
João Paulo II relata ainda, em seu discurso no VIII Colóquio Internacional de Mariologia (13 de outubro de 2000), que São Luís Maria Grignion de Montfort constitui para ele uma significativa figura de referência. Nos anos em que foi seminarista clandestino, ele trabalhava na fábrica Solvay de Cracóvia, na Polônia, e seu diretor espiritual o orientou a ler o Tratado.
"Li e reli muitas vezes e, com grande proveito espiritual, este precioso livrinho ascético de capa azul que se tinha manchado de soda. Ao situar a Mãe de Cristo em relação ao mistério trinitário, Montfort ajudou-me a entender que a Virgem pertence ao plano da salvação por vontade do Pai, como Mãe do Verbo encarnado, por ela concebido por obra do Espírito Santo”, conta. O Papa polonês explica que não poderia excluir de sua vida a “Mãe do Senhor”, pois ainda assim continuaria imerso na vontade de Deus-Trindade, que realizou a história da salvação com a colaboração “responsável e fiel” da Virgem Maria.
Segundo o Prefeito Emérito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Cardeal Jozef Tomko, o Totus tuus mostra como João Paulo II era ligado à Virgem Maria, numa total oferta espiritual. “Este homem se doava em tudo, tudo”, destaca o cardeal.


“O Rosário é a minha oração predileta”

Esta foi a “confidência” de João Paulo II, no dia 28 de outubro de 1978, ao enfatizar que a oração do Rosário é “maravilhosa na simplicidade e na profundidade”.
De acordo com ele, o Rosário marca o ritmo da vida humana, no qual se percebe a presença da Mãe de Deus no mistério de Cristo e da Igreja e no qual o “coração [do cristão] pode incluir nas dezenas do Rosário todos os fatos que formam a vida do indivíduo, da família, da nação, da Igreja e da humanidade. Acontecimentos pessoais e do próximo, e de modo particular daqueles que nos são mais familiares e que mais estimamos”.
O próprio João Paulo II relata também, na Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, que, desde de sua juventude, a oração do Rosário sempre o acompanhou, seja nos momentos de alegria e ou de provações. “A ele confiei tantas preocupações; nele encontrei sempre conforto”, afirma.



Fonte: Canção Nova














Salmo



Salmo 6

1 Senhor, não me repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.

2 Tem compaixão de mim, Senhor, porque sou fraco; sara-me, Senhor, porque os meus ossos estão perturbados.

3 Também a minha alma está muito perturbada; mas tu, Senhor, até quando?...

4 Volta-te, Senhor, livra a minha alma; salva-me por tua misericórdia.

5 Pois na morte não há lembrança de ti; no Seol quem te louvará?

6 Estou cansado do meu gemido; toda noite faço nadar em lágrimas a minha cama, inundo com elas o meu leito.

7 Os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e enfraquecem por causa de todos os meus inimigos.

8 Apartai-vos de mim todos os que praticais a iniquidade; porque o Senhor já ouviu a voz do meu pranto.

9 O Senhor já ouviu a minha súplica, o Senhor aceita a minha oração.

10 Serão envergonhados e grandemente perturbados todos os meus inimigos; tornarão atrás e subitamente serão envergonhados.

Evangelho do dia

A paz!
Lc 24,35-48





Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão. Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: "A paz esteja convosco!" Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um espírito. Mas ele disse: "Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um espírito não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho". E dizendo isso, ele mostrou-lhes as mãos e os pés. Mas eles ainda não podiam acreditar, tanta era sua alegria e sua surpresa. Então Jesus disse: "Tendes aqui alguma coisa para comer?" Deram-lhe um pedaço de peixe assado. Ele o tomou e comeu diante deles. Depois disse-lhes:.."Assim está escrito: o Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia, e no seu nome será anunciada a conversão, para o perdão dos pecados, a todos as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas destas coisas.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Missa da Páscoa Noite e Via Lucis

 

No domingo de Páscoa, a Paróquia Nossa Senhora Aparecida passou por novas vivencias na conclusão da Semana Santa. A missa das 18h na Matriz N. S. Aparecida, foi preparada com grande riqueza, incluíndo a entrada da imagem de Jesus Ressuscitado, entrada do Círio Pascal sob chuva de pétalas de rosas, entrada da Bíblia, aspersão de água benta sobre os fiéis, primeira comunhão para uma jovem, e após a Missa a Via Lucis.

Pela primeira vez na paróquia a Via Lucis foi realizada, ele acontecem com ma procissão luminosa, que faz reflexões em 15 estações que meditam os acontecimentos da Ressurreição de Jesus até Pentecostes. Uma nova tradição que surge e teve adesão dos paroquianos e contou com participação de fiéis de outras paróquias.

Foram momentos de caminhada orante-reflexiva, que ajudaram a todos se enriquecerem espiritualmente um pouco mais na Semana Santa. A Via Lucis encerrou-se na Capela de São José e São Bento que tem a imagem de Jesus Ressuscitado, finalizando com Adoração ao Santíssimo.

 

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Oração Eucarística

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fotos e texto: Felipe Miranda/Pastoral da Comunicação