segunda-feira, 3 de maio de 2010
A GARÇA E A ÁGUA (I)
Era uma vez uma garça, toda branca, que veio visitar Petrópolis. Veio de longe e pousou no rio Piabanha. Eu estava num ponto do ônibus, quando a vi, e fiquei surpreso. Ela estava sozinha, de pé, no leito do rio. Estava quieta e olhava atentamente a água que escorria aos seus pés. Parecia muito pensativa e preocupada. Imaginei logo a razão desta tristeza e preocupação: Por mais que ela olhasse, não encontrava nenhum peixinho sequer. Fiquei com pena dela. Aproximei-me de mansinho e puxei conversa com ela:
- Oi garcinha! O que você está fazendo aqui? Nunca te vi aqui em Petrópolis! Qual é o seu nome?
Ela parecia triste e preocupada. Mesmo assim, olhou para mim e começou a falar comigo:
- Eu me chamo Bianca – disse a pequena garça. Mamãe deu-me este nome porque, como minhas irmãs, sou toda branquinha.
- Donde você veio aqui para Petrópolis? – perguntei.
- Eu vim bem de longe. Lá do Pantanal do Mato Grosso.
- Mas você deixou o Pantanal, onde há tanta água e tanto peixe, e logo para vir aqui a Petrópolis? Dizem que o Pantanal é um paraíso, um patrimônio da humanidade! Não entendo.
- De fato, não é fácil explicar. O Pantanal ainda tem muita água e muitas aves, é verdade. Mas a situação está ficando cada vez mais difícil.
- Como assim, Bianca?
- E a garcinha, com um ar de tristeza, começou a explicar: Aqueles homens – disse ela – que se chamam fazendeiros, derrubaram as matas, acabaram com os cerrados para fazer grandes plantações e criar gado. Dizem que é o tal do agronegócio. Eles ganham muito dinheiro com isso. Mas para nós garças, para outras aves e passarinhos, para os peixes, a situação piorou muito. Antes a gente voava e podia pousar em alguma árvore. Agora, o que se vê são quilômetros e quilômetros sem árvore nenhuma. A gente voa e não encontra uma árvore sequer para pousar e descansar. Antes havia muitos riachos, muita água limpa, com peixinhos para a gente pescar e comer. Mas agora, muitos riachos simplesmente desapareceram. A água que ainda sobrou está ficando muito poluída pelos agrotóxicos. Os fazendeiros usam até pequenos aviões para jogar veneno sobre as enormes plantações de soja e de cana de açúcar. O veneno mata os bichinhos, que eles chamam de pragas. Mas envenena também a terra e a água. Muitos passarinhos morrem e também outros insetos que não prejudicam a tal da soja. Quando vêm as chuvas, levam muita areia com água poluída para os rios e para o Pantanal. Com isso, os rios e o Pantanal estão ficando assoreados. O povo que mora por ali, já está fazendo até cisternas para captar a água de chuva, para beber. A água envenenada faz mal para as pessoas. Imagine para nós e para os peixes. Eu, minhas irmãs e meus irmãos ficamos até doentes. Então, nossa mamãe garça recomendou: Procurem outros lugares do Brasil. Deve ter muita água não poluída ainda, com muito peixe em todo o lugar.
- Tua mãe tem razão, Bianca – disse eu. Os entendidos falam que no Brasil temos cerca de 15% de toda a água doce do mundo.
- Pode ser, porque eu já vi muita água na minha vida. – Depois continuou: Atendendo a sugestão da mamãe, voamos, então, para a Amazônia. Mais precisamente, para o Acre. Diziam que ao menos lá havia reservas extrativas, criadas pelo saudoso Chico Mendes. As reservas mostram que é possível homens ganharem a vida sem derrubar a mata e acabar com as aves e os animais. A mata conserva a água e abastece os rios. Pensávamos que seria um ótimo lugar para nós garças podermos viver tranqüilas.
- Boa escolha, garcinha! – comentei eu. Eu também já estive na Amazônia, na região de Manaus. É muita água! A gente nem consegue ver a outra margem do rio. Vi até botos, com seus mergulhos solenes, subindo e descendo o rio. Há muitos lagos, igarapés, água limpa e peixe em abundância.
- Era exatamente isso que nossos pais nos diziam – continuou a garça. Mas quando chegamos ao Acre, tivemos uma grande surpresa. Também ali grandes extensões de mata virgem já tinham sido derrubadas. Os fazendeiros já haviam chegado ali, para criar gado e plantar soja.
Provavelmente, por causa disso, em 2005, quando ali chegamos, estava acontecendo uma terrível seca na Amazônia. Os igarapés secaram, os rios baixaram tanto que não era mais possível navegar. Os fazendeiros incendiaram as pastagens secas para renovar o pasto, como eles ainda costumam fazer. Mas o fogo se propagou para a mata virgem e atingiu até as reservas florestais. Foi um inferno. Havia tanta fumaça que nós garças até perdíamos o rumo quando voávamos. Os lagos ficaram cheios de peixes intragáveis. Era uma podridão.
- De fato, disse eu, foi muito triste, garcinha. Nós, os civilizados, vimos tudo isso na televisão, lemos nos jornais. Foi muito comentado.
- Vocês viram isso na TV, sim. Mas nós sentimos o drama em nossa pele, ou melhor em nossas penas. Não só nós. Todo o povo ribeirinho, começou a passar sede e fome. A gente até que podia se virar, porque mudamos de dieta.
- Como assim, garcinha? vocês mudaram de dieta?
- Já que não havia mais peixe, nós começamos a seguir o gado. Comíamos os insetos que o gado espantava. Além do mais, a gente fazia um serviço de limpeza na pele do gado. Comíamos os carrapatos e bernes, que tanto incomodavam o gado. As vacas e os bois gostavam de nós, porque cada vez que a gente bicava na pele deles para catar um berne, fazíamos cócegas neles... Mas comer só carrapato e berne enjoa, sabe?
Quando ouvi este triste relato da Bianca, nossa pequena garça, fiquei pensando comigo mesmo: Que coisa terrível nós fazemos. Derrubamos o mato, incendiamos as florestas, provocamos as secas e envenenamos as águas. A gente faz tudo isso muitas vezes sem pensar nas conseqüências, apenas por lucro. Esquecemos todos os outros seres vivos, que precisam de água e de alimentos para sobreviver, como nós. No final, toda a natureza fica prejudicada: terra, homens, plantas, peixes, pássaros e animais. Isso acontece lá no Pantanal, na Amazônia, mas também em Petrópolis, Paty e em outras cidades. Desmatamos, prejudicamos as águas, poluímos a água com o nosso lixo, com os detergentes e outros venenos. A pequena garça percebeu que agora era eu que estava preocupado, e continuou falando.
- Como não dava para viver no Pantanal nem na Amazônia, então resolvemos voar até o Rio de Janeiro. Nossa vovó garça dizia que lá era tudo muito bonito. O Rio era a Cidade Maravilhosa. A Baía da Guanabara, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Corcovado, o Pão de Açúcar e as montanhas com suas matas. Mas chegando até a Lagoa, encontramos as águas cobertas de milhares de peixes mortos. Diziam que era por causa da poluição. Eu, que me criei no Pantanal , sempre gostei de água doce. Mas até a água doce que o povo toma não tem graça nenhuma. Está cheia de produtos químicos que os homens dizem que serve para tratar a água do Rio Guandu, toda ela muito contaminada.
- E daí, garcinha, o que você resolveu fazer? – Perguntei.
- Minhas irmãs decidiram ir até o Rio Paraíba, no encontro com o Paraibuna. Mas, como elas me contaram, o rio Paraíba do Sul ficou todo poluído porque havia rebentado uma barragem em Minas. Com isso, os restos dos minérios se espalharam pelas águas dos rios Paraibuna e Paraíba, matando peixes, patos, mariscos e até garças que comiam os peixes contaminados. Foi um desastre ecológico, como diziam. As águas viraram pura lama.
- E olha, Bianca, isso não aconteceu pela primeira vez – comentei eu. Em 2003, houve um vazamento de 1,20 bilhões de litros de água tóxica, contaminada pelo cloro e soda cáustica, proveniente de uma fábrica de papel. O desastre ambiental deixou mais de 500 mil pessoas sem água potável, acabou com os peixes dom rio, matou até jacarés, bezerros e bois que beberam desta água. Dizimou cães, gatos, patos, galinhas e outros pequenos animais que comeram camarões contaminados. Dois mil pescadores ficaram sem trabalho, durante noventa dias.
- É, nós ouvimos falar disso tudo. Percebemos que há muitas pessoas que só pensam no lucro e não se preocupam com a água, os peixes, as aves e as garças. Diante disso, minhas irmãs resolveram ir lá para o Nordeste.
- Mas por que logo para o Nordeste, tão seco? – perguntei.
- Foram para o Nordeste porque ouviram falar que lá morava um bispo franciscano, chamado Frei Luis Cápio. Um santo homem, um amigo da água, dos peixes, das garças e de tudo que vive da água. Ele chegou a fazer um jejum de dez dias, para defender as águas do Rio São Francisco. “Dou minha vida pela vida do Rio” – dizia ele. Tomava apenas a água do São Francisco. Muita gente pobre o apoiou, mas provocou a raiva de político e dos homens do agronegócio. Eles queriam transpor parte das águas, já diminuídas pelo desmatamento, para as suas terras.
- De fato, garcinha. Nós aqui do Petrópolis, e de muitas outras partes do Brasil, apoiamos o gesto corajoso deste bispo franciscano. Ele decidiu arriscar sua própria vida para salvar o Rio São Francisco, proteger a vida dos pobres que ali moram, salvar a vida dos peixes, das aves e de todas as garças.
- Nós garças ficamos muito comovidas com o jejum deste bispo. Durante dez dias ele deixou de comer, para não deixar que nós, as garças, as aves, os animais e o povo pobre passássemos fome. Agora temos certeza que nem tudo está perdido. Ainda há gente que pensa em nós e nos defende. Por isso, podemos continuar esperando por tempos melhores. Além do mais, ouvimos também que o povo, com a ajuda da Igreja e das ONGs, estava construindo cisternas para guardar a água da chuva. Minhas irmãs garças me diziam que era preferível ter pouca água, mas limpa, do que toda esta poluição das grandes cidades e até do Pantanal.
- Mas você não foi com elas. Por que? - perguntei.
- Eu resolvi vir até aqui, a Petrópolis, porque me lembrei do que minha vovó, nascida e criada em Petrópolis, contava para a gente quando éramos crianças. Ela dizia que em Petrópolis tudo era muito bonito. A Cidade Imperial, no meio das montanhas, cobertas de mata. Casas muito bonitas, construídas junto do mato, mas sem derrubá-lo. E muitos riachos, afluentes do Piabanha, com águas tão limpas, que as crianças podiam tomar banho e os meninos podiam pescar alguns peixinhos. Havia muito peixe também para nós, as garças. Todos ali gostavam das garças e não as incomodavam. Resolvi vir para cá para conferir se era de fato assim.
- E o que está achando de nossa cidade e de nossos rios? Eu vi você parada, aí no rio, olhando e imaginei o que estaria pensando: Não tem mais peixinhos, não é...?
- É, de fato, é uma decepção. Eu não posso nem acreditar! Um rio com tanta água, sem um peixinho sequer. O que essa gente está fazendo com a água? Eu estou até passando fome. Estou vendo se pego algum resto de carne podre, porque na hora do aperto, vale tudo.
- E o pior – comentei eu – é que o rio está poluído. Tome cuidado, garcinha. Você parada aí no rio, pode fazer mal. Pode pegar alguma doença. Infelizmente, muita gente ainda joga sacolas de lixo, plásticos, pneus, pettys, caixotes de madeira e outros entulhos mais. Como se o rio fosse uma lixeira. No passado, muitas tecelagens lançavam suas tintas e anilinas todas no rio. A água ficava colorida, azul, vermelha, amarela ou preta. Além disso, nossa Cidade Imperial está apenas começando a tratar o seu esgoto. Você devia sentir como é horrível o mau cheiro, quando não chove.
- Infelizmente, pensando bem – disse-me a garcinha – não dá mesmo para ficar e viver por aqui. Vou me embora, para junto de minhas irmãs e meus irmãos, lá para o Nordeste.
- Que pena! Você podia ficar por aqui – eu disse para ela. As crianças, todo o mundo iria gostar. Olha, a gente está fazendo até caminhadas ecológicas, promovidas pelas paróquias franciscanas do Sagrado Coração de Jesus e de Paty do Alferes. Estamos procurando conscientizar as pessoas para cuidarem mais das árvores, da água e do lixo. Prometo que vai chegar o dia em que vocês garças poderão vir, em bandos, comer os peixinhos criados em nosso rio Piabanha e enfeitar a nossa Cidade.
- Bem – disse a garcinha Bianca – sou até capaz de voltar um dia, se vocês prometerem cuidar mais da água. Mas agora eu preciso voar! Tchau! Vou-me embora para o sertão!
- Tchau, garcinha! Volte sempre!
E vocês, que ouviram a história da garça branca e da água, prometem que vão defender a água?
Historieta de caráter didático, para falar do tema “Água, como vai?”. Foi apresentada na VII Caminhada Ecológica Franciscana, promovida pelas Paróquias do Sagrado Coração de Jesus (Petrópolis) e de Nossa Senhora da Conceição (Paty do Alferes), no dia 06 de maio de 2006.
domingo, 2 de maio de 2010
Festa do Divino 2010
Acontece em Porto Feliz do dia 15 ao dia 23 de maio, as tradicional Festa do Divino! Os Festeiros de 2010 Robson e Sandra, Vinícius e Nislei, Paulo e Cíntia, Emerson e Adriana Augusto e Maria Aparecida, Jorge e Izabel, convidam todos a participarem das programações religiosas e festivas.
Programação Festiva:
15 de Maio - sábado - no Cemex:
7h Concentração dos Caminhões de lenha
8h Benção dos Caminhões e desfile pelas ruas da cidade
9h30m Início do leilão de Lenhas, Garrotes, etc...
12h Almoço Festivo
Programação Religiosa na Igreja Mãe dos Homens:
16 de maio - domingo 19h Missa
Tema: Dom da Sabedoria
17 de maio - segunda-feira 19h30m Missa
Tema: Dom do Entendimento
18 de maio - terça-feira 19h30m Missa
Tema: Dom do Conselho
19 de maio - quarta-feira 19h30m Missa
Tema: Dom da Fortaleza
20 de maio - quinta-feira 19h30m Missa
Tema: Dom da Ciência
21de maio - sexta-feira 19h30m Missa
Tema: Dom da Piedade
22 de maio - sábado 19h Missa
Tema: Dom do Temor de Deus
23 de maio - domingo dia de Pentecostes Missa
6h Alvorada Musical percorrendo os bairros da cidade
(Corporação Musical de Porto Feliz)
7h Missa
9h Missa com a benção das Roscas
14h Tarde de Louvor
16h30m Saída do Cortejo da Escola São José
17h Procissão e Missa na Igreja Matriz Nossa Senhora Mãe dos Homens
Tema: Espírito Santo, vem nos iluminar!
Boituva: NUTI oferece cursos para menores de 60 anos
Durante às terças e quintas-feiras serão realizadas aulas de yoga às 19 horas e terão início no dia 04 de maio. Outro curso de ginástica localizada, que serão feitas às segundas e quartas-feiras das 19 às 20 horas.
Os interessados em participar desses cursos, devem se inscrever na Secretaria do NUTI e apresentar xerox de RG, CPF e comprovante de residência. A taxa de inscrição custa de R$15,00 a R$20,00. Mais informações pelo telefone 3263-5382.
Festa Junina: O NUTI promoverá uma festa junina no dia 29 de maio. O início da festa será às 19 horas e contará com a apresentação da quadrilha do NUTI, pescaria, comes e bebes.
Reflexão
A Igreja Católica tem ocupado insistentemente o noticiário nos últimos tempos e lamentavelmente para nós que somos parte dela no mesmo sentir e na mesma pertença, não muito positivamente. Os escândalos da pedofilia entre membros do clero e mesmo do episcopado parece que destaparam uma grande panela de pressão, obrigando a instituição mais antiga do mundo a rever-se em profundidade em vários pontos. Acreditamos que isto não deixa de ser positivo. No contexto da grande e radical mudança de época que vivemos, ser levada a olhar-se a si mesma com olhar crítico e procurar trazer à luz pontos problemáticos que apontam para uma necessidade de conversão é uma graça que Deus nos dá neste momento da história. E como tal, necessita ser muito bem vivida, não podendo nem devendo ser desaproveitada. Ressaltamos a seguir alguns desafios do presente que nos parecem importantes no atual momento que a Igreja atravessa: 1. Nos últimos decênios, a Igreja Católica tem assistido a dramática diminuição de seus efetivos mais importantes. A queda das vocações sacerdotais e religiosas, a evasão dos clérigos que pedem redução ao estado laical, seja porque descobrem que o estado de vida celibatário não é algo a que se sentem chamados, seja porque não encontram mais sentido na vocação que um dia abraçaram com fervor e entusiasmo ou por outros motivos é um fato. Isto coloca a Igreja inapelavelmente frente à crise de seu modelo. Mostra-lhe que não pode mais configurar-se e erigir-se apoiada fundamentalmente sobre o clero e os religiosos como dirigentes e líderes, deixando o laicato em posição secundária, de subordinação e sem acesso às decisões. Se persistir neste modelo, corre o risco a instituição eclesial de ver-se obrigada a desfazer-se de muitas de suas obras - como escolas, hospitais, universidades - que tanto bem fizeram à humanidade ao longo de 2000 anos que nos fazem a nós, católicos, sentir-nos humildemente orgulhosos do que somos e do que a graça de Deus ajudou-nos a construir durante este tempo. A teologia pós-conciliar vem chamando insistentemente a atenção para o fato de que a Igreja não deve mais configurar-se como uma instituição baseada sobre um eixo de contraposição clero X laicato; religiosos X não religiosos. Este eixo dá margem a concebê-la como uma instituição elitista, onde haveria os especialistas do espírito e a gente comum e corrente, que estaria sujeita às pobres e menores contingências da condição humana. O modelo eclesiológico da Igreja como Povo de Deus que a Lumen Gentium, documento central no Concílio Vaticano II propõe para a auto-concepção da Igreja pode ajudar-nos muitíssimo a todos os batizados neste momento de revisão. Trata-se de um modelo que concebe a comunidade eclesial a partir daquilo que é mais fundamental para todos os seus membros: o Batismo que os configura a todos e a cada um a Jesus Cristo, Senhor e Mestre a quem todos desejam seguir e servir. A partir desta dignidade que a todos iguala é que surgem os ministérios como serviços e não como privilégios. 2. A Igreja Católica, além disso, juntamente com as outras Igrejas cristãs históricas, tem visto diminuir e desaparecer consideravelmente sua hegemonia e sua força de configuração do comportamento da sociedade civil. De matriz cultural e civilizatória principal e central do Ocidente, passa a ser uma entre outras propostas religiosas, dividindo com estas o espaço e o imaginário da população, e sendo chamada fortemente a dialogar com essas diferentes visões, na abertura e na fraternidade sem disputas ou combates estéreis. O mundo é plural, não mais teocêntrico. Nem mesmo moderno antropocêntrico de corte cartesiano. Outras cosmovisões, outras experiências religiosas, outras dimensões vitais e salvíficas foram trazidas para perto pela tecnologia, pela globalização e por muitos outros fatores. Há que olhá-las de frente e com elas dialogar. Mais: há que a elas dar as mãos para construir juntos os grandes desafios da humanidade: a justiça e a paz. O Papa Benedito XVI fala belamente sobre isso em sua última Encíclica Caritas in Veritate. Integrar as alteridades e as diferenças, delas aprender humildemente, contribuir com aquilo que nos é próprio e com o que constitui nossa identidade, eis o que enriquece e que pode nos fazer todos mais fraternos, mais irmãos, mais humanos. 3. A Igreja Católica neste primeiro quartel de século XXI vê-se convidada a voltar seus olhos para outros hemisférios: o hemisfério oriental e o hemisfério sul. Sempre identificada com o Ocidente europeu, considerado a matriz da civilização ocidental e cristã, agora resulta que a maioria dos cristãos e católicos se encontra na Ásia, na África e na América Latina. O superior geral dos jesuítas, Pe. Adolfo Nicolás, em recente discurso no México, chamou a atenção para o fato de que a grande maioria das vocações para a importante ordem religiosa pela qual é responsável se encontra na India, no Vietnam, na Coréia. Ou ainda na África e na América Latina. Reconheceu publicamente que o próximo superior geral da ordem poderá ser asiático ou africano ou latino-americano. Isto significa que a Igreja está sendo convidada a redirecionar seu olhar para essas partes do mundo onde estão os deserdados do progresso e de suas benesses. Aí estão as culturas dominadas, exploradas secularmente pelo norte vitorioso que escreveu a história oficial. Sem desconhecer todo o bem e a maravilha que muitos missionários presentes nestas regiões fizeram ao longo destes mais de vinte séculos de história, é o momento, parece , de descentrar a Igreja, de mudar seu epicentro do norte para o Sul e do oeste para o leste, procurando ouvir e captar o que Deus está dizendo à comunidade eclesial como um todo desde estas margens da história que sempre foram esquecidas e desvalorizadas por uma visão muito marcada por certo modo de ver e sentir e certo estilo de viver. Pode ser uma excelente oportunidade de abertura e conversão para toda a Igreja em todos os seus segmentos e um saudável momento de um recomeço no seguimento de Jesus em novas bases e novos paradigmas. No entanto, nenhum destes desafios pode ou deve ser respondido apenas com a adoção de estratégias ou táticas inovadoras e sofisticadas . Os estudos sociológicos e a lucidez histórica podem ajudar-nos mas não nos porão no caminho certo se não vierem acompanhadas de uma profunda atitude espiritual. Nesse sentido as últimas alocuções do Papa, sobre a necessidade da penitencia para toda a Igreja, desde o sucessor de Pedro até o mais humilde dos fiéis, reconhecendo um pecado e uma insuficiência que é de todos nós, apontam numa direção que é a única onde podemos estar seguros de ser guiados pelo Evangelho de Jesus. Não é com arrogância ou dureza, apontando o dedo acusatório contra pessoas ou grupos, que poderemos, enquanto Igreja, sair da crise onde estamos mergulhados. Mas sim com a atitude humilde do publicano que bate no peito e se reconhece pecador entre todos os outros, pede misericórdia e luz por parte do Senhor para ver por onde caminhar. A transparência e a verdade que devem caracterizar a Igreja neste momento doloroso pelo qual passa, se não vierem acompanhadas da humildade e do arrependimento, da penitencia e da conversão, não poderão levá-la muito longe no único caminho que deve ser o seu: o de refletir no meio do mundo a face do Senhor Jesus, que sendo rico se fez pobre , obediente até a morte de Cruz. |
Imagem de Nossa Senhora Aparecida virá para Boituva no dia da mães
História
A Pescaria Milagrosa
Início da Devoção
A primeira Capela
Visita de Dom Pedro I
Primeira Igreja (Basílica Velha)
Coroa de Ouro e o Manto Azul
Chegada dos Missionários Redentoristas
Coroação da Imagem
Instalação da Basílica
Município de Aparecida - SP
A Rainha e Padroeira do Brasil
Rosa de Ouro
O maior Santúario Mariano do mundo
Centenário da Coroação
Descrição da imagem
- forma sorridente dos lábios;
- queixo encastoado, tendo, ao centro, uma covinha;
- penteado e flores nos cabelos em relevo;
- broche de três pérolas na testa; e
- porte corporal empinado para trás.
Caem as Correntes
Cavaleiro e a Marca da Ferradura
A menina cega
O Menino no Rio
[editar] O Homem e a Onça
Coroa comemorativa
fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Nossa_Senhora_da_Concei%C3%A7%C3%A3o_Aparecida
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5º Domingo da Páscoa - Ano C
Livro dos Actos dos Apóstolos 14,21-27.
Depois de terem anunciado a Boa-Nova àquela cidade e de terem feito numerosos discípulos, Paulo e Barnabé voltaram a Listra, Icónio e Antioquia. Fortaleciam a alma dos discípulos, encorajavam-nos a manterem-se firmes na fé, porque, diziam eles: «Temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus.» Depois de lhes terem constituído anciãos em cada igreja, pela imposição das mãos, e de terem feito orações acompanhadas de jejum, recomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham acreditado. A seguir, atravessaram a Pisídia, chegaram à Panfília e, depois de anunciarem a palavra em Perga, desceram a Atália. De lá, foram de barco para Antioquia, de onde tinham partido, confiados na graça de Deus, para o trabalho que agora acabavam de realizar. Assim que chegaram, reuniram a igreja e contaram tudo o que Deus fizera com eles, e como abrira aos pagãos a porta da fé.
Livro de Salmos 145(144),8-9.10-11.12-13.
SENHOR é clemente e compassivo, é paciente e misericordioso.
SENHOR é bom para com todos; a sua ternura repassa todas as suas obras.
Louvem-te, SENHOR, todas as tuas criaturas; todos os teus fiéis te bendigam.
Dêem a conhecer a glória do teu reino e anunciem os teus feitos poderosos,
para mostrar aos homens as tuas proezas e o esplendor glorioso do teu reino.
teu reino é um reino para toda a eternidade e o teu domínio estende-se por todas as gerações.
Livro do Apocalipse 21,1-5.
Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido e o mar já não existia. E vi descer do céu, de junto de Deus, a cidade santa, a nova Jerusalém, já preparada, qual noiva adornada para o seu esposo. E ouvi uma voz potente que vinha do trono e dizia: «Esta é a morada de Deus entre os homens. Ele habitará com eles; eles serão o seu povo e o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará todas as lágrimas dos seus olhos; e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor. Porque as primeiras coisas passaram.» O que estava sentado no trono afirmou: «Eu renovo todas as coisas.» E acrescentou: «Escreve, porque estas palavras são dignas de fé e verdadeiras.»
Evangelho segundo S. João 13,31-33.34-35.
Depois de Judas ter saído, Jesus disse: «Agora é que se revela a glória do Filho do Homem e assim se revela nele a glória de Deus. E, se Deus revela nele a sua glória, também o próprio Deus revelará a glória do Filho do Homem, e há-de revelá-la muito em breve.» «Filhinhos, já pouco tempo vou estar convosco. Haveis de me procurar, e, assim como Eu disse aos judeus: 'Para onde Eu for vós não podereis ir', também agora o digo a vós. Dou-vos um novo mandamento: que vos ameis uns aos outros; que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei. Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.»
Da Bíblia Sagrada
Comentário ao Evangelho do dia feito por :
Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
Um caminho simples
«Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.»
Digo sempre que o amor começa em casa. Primeiro está a família, depois a cidade. É fácil fingir amar as pessoas que estão longe; mas é muito menos fácil amar aqueles que vivem connosco ou que estão muito perto de nós. Desconfio dos grandes projectos impessoais, porque o importante são as pessoas. Para se amar alguém, é preciso estar perto dessa pessoa. Toda a gente precisa de amor. Todos nós precisamos de saber que temos importância para os outros e que temos um valor inestimável aos olhos de Deus.
Cristo disse: «Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei». E disse também: «Aquilo que fizerdes ao mais pequeno dos Meus irmãos, a Mim o fazeis» (Mt 25, 40). É a Ele que amamos em cada pobre, e todos os seres humanos são pobres de alguma coisa. Disse Ele: «Tive fome e destes-Me de comer, estava nu e vestistes-Me» (Mt 25, 35). Recordo sempre às minhas irmãs e aos nossos irmãos que o nosso dia consiste em passar vinte e quatro horas com Jesus.
Conferencia Mundial dos Povos
Como é sabido, em dezembro de 2009 realizou-se em Copenhague a Conferência Mundial dos Estados sobre o Clima. Não se chegou a nenhum consenso porque foi dominada pela lógica do capital e não pela lógica da ecologia. Isso significa: os delegados e chefes de Estado presentes representavam mais seus interesses econômicos que seus povos. A questão para eles era: quanto deixo de ganhar aceitando preceitos ecológicos que visam purificar o planeta e assim garantir as condições para a continuidade da vida. Não se via o todo, a vida e a Terra, mas os interesses particulares de cada país.
A lógica ecológica vê o interesse coletivo, pois visa o equilíbrio entre ser humano e natureza, entre produção, consumo e capacidade de recomposição dos recursos e serviços da Terra. Rompendo esta equação, coisa que o modo de produção capitalista já vem fazendo há séculos, surgem efeitos não desejados, chamados de "externalidades": devastação da natureza, graves injustiças sociais, desconsideração das necessidades das futuras gerações e o efeito irreversível do aquecimento global que, no limite, pode pôr tudo a perder.
Em Cochabamba, na Bolívia, viu-se exatamente o contrário: o triunfo da lógica da ecologia e da vida. Nos dias 19-23 de abril celebrou-se a Cúpula Mundial dos Povos sobre as Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra. Ai estavam 35.500 representantes dos povos da Terra, vindos de 142 países. A centralidade era ocupada pela Terra, tida como Pacha Mama, grande Mãe, sua dignidade e direitos, a vida em toda sua imensa diversidade (superação de qualquer antropocentrismo), nossa responsabilidade comum para garantir a condições ecológicas, sociais e espirituais que nos permitem viver, sem ameaças, nesse planeta.
As 17 meses de trabalho, ao contrário de Copenhague, chegaram a um extraordinário consenso, pois todos tinham na mente e no coração o amor à vida e à Pacha Mama "com a qual todos temos uma relação indivisível, interdependente, complementar e espiritual" como diz o documento final.
No lugar do capitalismo competitivo, do progresso e do crescimento ilimitado, hostil ao equilíbrio com a natureza, se colocou "o bem viver", categoria central da cosmologia andina, verdadeira alternativa para a humanidade que consiste: viver em harmonia consigo mesmo, com os outros, com a Pacha Mama, com as energias da natureza, do ar, do solo, das águas, das montanhas, dos animais e das plantas e em harmonia com os espíritos e com a Divindade, sustentada por uma economia do suficiente e decente para todos, incluídos os demais seres.
Elaborou-se uma Declaração dos Direitos da Mãe Terra que prevê entre outros: o direito à vida e à existência; o direito de ser respeitada; o direito à continuação de seus ciclos e processos vitais, livre de alterações humanas; o direito a manter sua identidade e integridade com seus seres diferenciados e interrelacionados; o direito à água como fonte de vida; o direito ao ar limpo; o direito à saúde integral; o direito a estar livre da contaminação e poluição, de dejetos tóxicos e radioativos; o direito a uma restauração plena e pronta das violações infligidas pelas atividades humanas.
Previu-se também a criação de um Tribunal Internacional de Justiça Climática e Ambiental, com capacidade jurídica e vinculante de prevenir, julgar e sancionar os Estados, empresas e pessoas por ações ou omissões que contaminem e provoquem mudanças climáticas e que cometam graves atentados aos ecossistemas que garantem o "bem viver".
Resolveu-se levar os resultados desta Cúpula dos Povos à ONU para que seus conteúdos sejam contemplado na próxima Conferência Mundial a realizar-se em novembro/dezembro deste ano em Cancún no México.
O significado mais profundo desta Cúpula é a convicção, crescente entre os povos, de que não podemos mais confiar o destino da vida e da Terra aos chefes de Estado, reféns de seus dogmas capitalistas. O Brasil lamentavelmente não enviou nenhum representante, pois para o atual governo parece ser mais importante a "aceleração do crescimento" que garantir o futuro da vida. Esta Cúpula dos Povos apontou a direção certa: para uma biocivilização em equilíbrio de todos com todos e com tudo.
* Leonardo Boff é teólogo e autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística, entre eles "Nossa Ressurreição na Morte" (Vozes, 2007). A maioria de sua obra está traduzida nos principais idiomas modernos.
sábado, 1 de maio de 2010
Comunicado do Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC)
2010: Uma oportunidade histórica
Os movimentos filiados no Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC) lidam de perto com muitos companheiros e companheiras de trabalho de todos os cantos do mundo, juntos dos quais vivem com angústia e preocupação este momento laboral de desemprego e pobreza acentuados pela crise econômica mundial.
O observatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) afirma que o que “começou como uma crise nos mercados financeiros, converteu-se rapidamente numa crise mundial de emprego que está a provocar privações e pobreza na vida de muitas trabalhadoras e trabalhadores, famílias e comunidades”.
Não podemos ignorar que antes desta crise, quando o crescimento econômico era elevado, já se vivia uma situação difícil, quer no acesso a alimentos, à saúde, a bens públicos, quer na elevada taxa de pobreza, na economia informal, no agravamento das desigualdades nos ordenados. Ou seja, num contexto de graves desequilíbrios sociais.
Esta situação agravou-se com a crise: as empresas deixaram de contratar pessoal e muitas despediram e estão a despedir um número considerável de trabalhadores. Isto provoca o sofrimento, empobrecimento, perda de confiança e deterioração da “empregabilidade”, pois quanto mais tempo uma pessoa estiver desempregada mais difícil será voltar a trabalhar.
Entre os mais afetados encontram-se especialmente os filhos das famílias mais pobres e vulneráveis. Segundo a OIT o aumento do desemprego e da pobreza ameaçam pôr em perigo a educação, a saúde e o bem estar das crianças. Isto poderia até travar, ou até reverter, os recentes avanços mundiais no que diz respeito à diminuição do trabalho infantil e aos avanços no acesso à educação.
A crise econômica aumentou também o número de mulheres desempregadas, referiu a OIT no seu relatório anual Tendências Mundiais do Emprego das Mulheres. Também se verifica um aumento do número de emigrantes que regressam ao seu país de origem e a uma redução do fluxo de imigrantes admitidos.
Os jovens são outro dos grupos sociais mais afetados pela crise: jovens cujas aspirações e desejos profundos de assegurar o futuro e contribuir para as suas famílias, comunidades e sociedade, vêem-se impossibilitados de o fazer por falta de um emprego. O desafio que enfrenta a sociedade, as nações e todos os países do mundo é oferecer à juventude o acesso a um emprego seguro, produtivo e a um trabalho digno.
Perante esta situação muitas vozes se ergueram para assinalar o caminho insustentável que tem seguido a globalização. A OIT fez, o ano passado, um apelo internacional para que se estabelecesse um Pacto Mundial pelo Emprego, onde desafiava à necessidade de lançar as bases de uma economia mundial justa e sustentável, dizendo que “é vital potenciar o respeito e a utilização dos mecanismos de diálogo social, como a negociação coletiva”. Lembra que “o diálogo social é um mecanismo de valor incalculável para o desenho de políticas adaptadas às prioridades nacionais. É uma base sólida para suscitar a união entre empregadores e trabalhadores para uma ação conjunta com os governos, indispensável para superar a crise e construir uma recuperação sustentável”.
Nesta situação nós cristãos podemos prestar um serviço inestimável oferecendo o patrimônio da nossa Doutrina Social. Rerum Novarum, considerado o primeiro documento da Doutrina Social da Igreja, fala da questão operária tendo como critério fundamental que “a ninguém é lícito violar impunemente a dignidade humana, da qual o próprio Deus dispõe com grande reverência” (Rerum Novarum nº 30). Defende, entre outros, o direito ao trabalho e a um salário justo, o direito ao descanso, o direito de associação, à proteção de mulheres e crianças.
Vejamos esta crise como uma oportunidade para abrir os nossos olhos e o nosso coração à necessidade de mudanças profundas na sociedade e na forma de entender e organizar a economia. Mudanças no âmbito da economia financeira e especulativa para pôr a riqueza e os recursos ao serviço das necessidades das pessoas, na afirmação prática dos direitos do trabalho e no avançar na direção de um trabalho digno porque “o primeiro capital a salvaguardar e valorizar é o homem, a pessoa na sua integridade” (Caritas in Veritate nº 25).
Este 1º de Maio abre-nos um grande horizonte para a prática da solidariedade com os nossos companheiros e companheiras de trabalho. É também uma oportunidade para a prática da justiça e da participação de todos os agentes a nível internacional na construção de outro modelo baseado no trabalho digno. Temos de caminhar em direção a uma economia que se preocupe com as pessoas e com a vida social, com uma distribuição justa dos bens, de produzir o necessário de forma digna, respeitando a dignidade dos trabalhadores e trabalhadoras e cuidando o ambiente. Sejamos conscientes desta oportunidade histórica. Nela assenta o futuro da nossa humanidade.
Movimento Mundial de Trabalhadores Cristãos (MMTC)
Encontro de Capoeira aconteceu em Porto Feliz
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Capivari: Campanhas de Vacinação ao Idoso e Prevenção ao Câncer Bucal têm início dia 8
A vacina diminui o risco de contrair a gripe em até 90% dos casos, leva duas semanas para produzir efeito e deve ser tomada todos os anos.
A vacina não causa gripe e só não podem tomá-la aqueles que têm um quadro raríssimo de alergia comprovada à proteína do ovo, uma vez que o medicamento é produzido em embriões de galinha.
Os idosos que se vacinarão a partir do dia 8 de maio contra a gripe comum não foram vacinados contra a Gripe A, já que esta vacina contra a Influenza H1N1 é destinada apenas a idosos portadores de doenças crônicas.
A partir do dia 8 de maio as equipes de profissionais da Saúde Bucal estarão atendendo toda a população nos postos de saúde do Padovani, do Castelani e Posto de Saúde Central, bem como nas novas instalações da Divisão da Saúde Bucal.
Campanha Nacional do Idoso contra a gripe comum e Campanha de prevenção ao Câncer Bucal em todas as Unidades de Saúde das 8h às 17h (no Posto Central a entrada será pela Rua Padre Haroldo).
O Setor de Saúde Bucal fica na Rua Sinharinha Frota, nº 578, no centro. O atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 12h30 às 16h30. Aos sábados, o horário é das 8h às 12h.
Confira as comemorações do Dia do Trabalho em Boituva
diversas atividades para a população. A prefeitura de Boituva por meio da SETEC – Secretaria de Esportes, Turismo, Eventos e Cultura promoverá várias atividades de lazer e entretenimento.
As atividades serão realizadas na praça Durval Fioravantti Gianotti (Rodoviária), começando pelo Agita Galera, que a partir das 14 horas vai trazer muita descontração em atividades de lazer e esportes a todos.
A partir das 16h30 acontecerá a “Corrida Pedestre”, sua largada será na Praça da Rodoviária e tem o percurso de 5 mil metros, e os aproximadamente 30 participantes encerrarão a prova na mesma praça, os três primeiros lugares receberão medalhas e o primeiro um troféu.
Na mesma tarde ocorrerá a premiação das 3 melhores empresas participantes das “Olimpíadas do Trabalhador” que acontece na cidade desde janeiro. Mais tarde as 17h30 ainda na praça da rodoviária haverá o “Show do Trabalhador”, se apresentarão no evento o grupo "Samba B", a banda "Zero 15" e a dupla "Danny e Allan".
| AI / Porto Feliz |
| Na abordagem dos suspeitos foram encontrados objetos como armadilhas para caçar tatu e uma tarrafa de nylon |
Os homens foram levados à Delegacia do município, onde foram tomadas as providências administrativas e elaborada multa por crime ambiental.
Tietê: Atrações do “Agita Trabalhador 2010” se apresentam neste sábado
Além de ato cívico, com apresentação da Banda da Guarda Municipal, e do tradicional campeonato de truco, a programação prevê ainda atividades recreativas para toda a família.
O projeto do Governo Estadual “Brincadeira é coisa séria” é uma das atrações e trará, pela primeira vez na cidade, brinquedos como Simulador de Asa-Delta, Cama Elástica, High Jump 4 em 1, Muro de Escalada e Basquete de Rua que prometem divertir a criançada.
O coordenador de eventos da Secretaria de Esportes, Eventos e Lazer, Silvio Foltran, destacou que o “Brincadeira é coisa séria” acontecerá também no domingo, dia 02, quando os brinquedos do projeto estarão disponíveis no Ginásio de Esportes Acácio Ferraz, das 9h às 16h.
A animação será garantida ainda pelos shows do grupo de pagode “Inocência” e dos cantores Roberto Cristiano e Tuta Guedes, que apresentarão canções para todos os gostos, do romântico ao inusitado funk sertanejo.
A Prefeitura estará disponibilizando a partir das 9h ônibus gratuitamente que levará a população até o Parque Ecológico confira os locais de embarque;
Bairro COHAB – Centro Comunitário
Oficina Cultural – Antiga Rodoviária
Bairro Povo Feliz – Centro Comunitário
Bairro São Pedro – Em frente à igreja São Pedro
Terminal Rodoviário – Barra Funda





