domingo, 27 de setembro de 2009

Ano Sacerdotal


O Movimento do Emaús tem entre outras de suas atividades, um grupo de E-mail, aonde mensagens diversas são enviadas aos seus membros, pedidos, notícias, recados etc.

E foi enviado por um irmão do Movimento, um teste que segue
abaixo, muito interessantes as questões e a análise final.

Reproduzimos aqui,
não se esqueçam de Amar e de rezar pelo seu Pároco!




Teste de estima sacerdotal:



1. Tens rezado ultimamente por teu pároco,
por teu bispo ou pelo Papa?



a) Nem sequer sei como se chamam.

b) Na Missa já se costuma pedir por eles, eu me associo a este pedido.

c) Faço-o todos os dias em minha oração pessoal.




2. Já revelaste tua consciência a um sacerdote,
confiando que ele pudesse te ajudar com teus problemas?


a) Cada um tem que resolver seus próprios problemas.

b) “Duas cabeças pensam melhor que uma”... É sempre conveniente escutar e acolher os conselhos de quem pode nos ajudar.

c) A maior ajuda que recebi de um sacerdote foi quando seus conselhos foram acompanhados do perdão de Deus no sacramento da confissão.





3. Quando escutas de teus amigos comentários anticlericais...


a) Faço o mesmo, para não pegar mal.

b) Faço-me surdo, como se não estivesse ali.

c) Digo o que penso, dando testemunho de minha fé.




4. Em um sacerdote vejo...

a) Uma “relíquia” do passado.

b) Um “profissional” da religião.

c) Um ministro de Deus; “outro Cristo” entre nós.




5. Quantas vezes convidaste o pároco a tua casa?


a) Só se chama o padre quando morre alguém.

b) Quando nossa avó está conosco, ele costuma trazer a Comunhão.

c) Várias vezes… Apreciei muito quando nos contou, durante a sobremesa, a história de sua vocação.




6. Quando ouves um sacerdote pregar…

a) Escuto-o dependendo de suas qualidades oratórias.

b) Escuto-o se o tema de que fala me parece interessante.

c) Vejo nele um instrumento pelo qual Deus me fala.




7. Quando se faz uma coleta em favor dos seminários…

a) Os padres estão sempre pedindo.

b) Pede-se para tantas coisas! É uma a mais!

c) Colaboro com prazer, porque penso que nenhuma vocação deveria se frustrar por falta de meios econômicos.




8. Quando vejo um sacerdote idoso na Igreja ou na rua…

a) Logo me vem à cabeça que a Igreja está decadente.

b) O importante é que reze a Missa rapidinho.

c) Dou graças a Deus por sua fidelidade e por todo o bem que ele pôde fazer.




9. Quando vejo um sacerdote jovem no altar...

a) Desconfio de sua inexperiência. Que teria ele para dizer a mim?

b) Observo-lhe para ver como ele age, e o “avalio”.

c) Glorifico a Deus por sua vocação e peço por ele intensamente.




10. Como reagirias se teu filho te dissesse que deseja ser sacerdote?

a) Perguntaria se ele ficou louco e lhe recordaria que temos de dar continuidade à família.

b) Pediria a ele que pensasse bem e que antes fizesse uma carreira universitária.

c) Seria uma das maiores alegrias da minha vida e o apoiaria plenamente.




11. Já sugeriste a alguma criança, adolescente ou jovem,
a possibilidade de ser sacerdote no futuro?



a) Eu não me meto em confusão. Cada um cuide de sua vida.

b) Sou da opinião de que temos de valorizar todas as vocações, mesmo que sejam diferentes da nossa.

c) Sim, já me concentrei em alguém concretamente e rezo por ele... Qualquer dia desses deixarei escapar a sugestão.




12. O que pensas da expressão do Santo Cura d’Ars:
“O sacerdote é o amor do Coração de Jesus?



a) Parece-me um espiritualismo desencarnado.

b) Acho que isto somente se poderia dizer de um padre santo.

c) Creio que esteja correto sim, embora “levem este tesouro em vasos de argila” (2 Cor 4,7).




Caso a maioria das respostas escolhidas tenha sido a letra “a”,
o bispo confessa que se surpreende que este teste tenha
chegado a tuas mãos, mas agradece a Deus
“por ter acontecido, para poder dizer-te,
como sacerdote que sou, que Deus te ama com loucura
e que espera de ti uma resposta de amor.




Se a letra “b” foi a resposta mais escolhida,
o bispo o convida a refletir:
“Não estás desfrutando dos tesouros
que Deus te oferece por meio do sacerdócio”.





Por outro lado, se a resposta mais valorizada foi a “c”,
o prelado aconselha:
“Não deixes de rezar a Deus pela santificação
dos sacerdotes e pelo aumento das vocações sacerdotais,
porque estou seguro de que a ti Deus vai escutar”.




Fraternidade São Maximiliano convida:

http://www.franciscanasalcantarinas.org.br/images/SFrancisco.jpg
2ª Semana Franciscana pela Paz
De 28/09 à 04/10 de 2009

Na 2ª apresentaremos um trabalho com os mais necessitados, que poderá ser feito em casa, com seu grupo de amigos, colocando aquilo que você é como doação.

Na 3ª faremos um encontro com Jesus refletindo sobre a sua boca...o que Ele dizia, como dizia, para quem dizia e sobre o que falava....traga a sua Bíblia.

Na 4ª faremos em minha casa um ensaio para cantar na missa do domingo.

Na 5ª faremos um jantar para os voluntários e frequentadores da Casa da MIsericórdia.

Na sexta o Sarau na Casa da Cultura....vale tudo...traga aquilo que lhe dá paz e partilhe com o grupo.

No sábado de manhã a nossa caminhada e a tarde um encontro com os jovens da igreja Nossa Senhora Aparecida.

No domingo de manhã a missa lá na São Francisco, ao meio dia a Benção dos Animais em frente a igreja de São Benedito...e paz, e bem...e muita paz e muito bem..

Carta circular

CONGREGAÇÃO PARA A EDUCAÇÃO CATÓLICA

CARTA CIRCULAR Nº 520/2009
AOS PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS
EPISCOPAIS SOBRE O ENSINO
DA RELIGIÃO NA ESCOLA

Roma, 5 de Maio de 2009

Eminência/Excelência Reverendíssima,

A natureza e o papel do ensino da religião na escola tornou-se objecto de debate e, nalguns casos, de novas legislações civis, que tendem a substituí-lo por um ensino do facto religioso de natureza multiconfessional ou de ética e cultura religiosa, mesmo contra as escolhas e direcção educativa que os pais e a Igreja procuram dar à formação das novas gerações.

Por isso, com a presente Carta Circular, destinada aos Presidentes das Conferências Episcopais, esta Congregação para a Educação Católica retém necessário recordar alguns princípios, que são aprofundados no ensinamento da Igreja, a clarificação e a norma acerca do papel da escola na formação católica das novas gerações; a natureza e a identidade da escola católica; o ensino da religião na escola; a liberdade de escolha da escola e do ensino religiosa confessional.

I. O papel da escola na formação católica das novas gerações

1. A educação apresenta-se hoje como uma tarefa complexa, desafiada pelas rápidas mudanças sociais, económicas e culturais. A sua missão específica permanece a formação integral da pessoa humana. Às crianças e aos jovem deve ser garantida a possibilidade de desenvolver harmoniosamente as próprias qualidades físicas, morais, intelectuais e espirituais. Os mesmos devem ser ajudados a adquirir um sentido mais perfeito da responsabilidade, a apreender o recto uso da liberdade e a participar activamente na vida social (cfr c. 795 Código de Direito Canónico [CIC]; c. 629 Código dos Cânones das Igrejas Orientais [CCEO]). Um ensino que desconhecesse ou marginalizasse a dimensão moral e religiosa da pessoa constituiria um obstáculo para uma educação completa, porque as "crianças e os adolescentes têm direito de serem estimulados a estimar rectamente os valores morais e a abraçá-los pessoalmente, bem como a conhecer e a amar Deus mais perfeitamente". Por isso, o Concílio Vaticano II pediu e recomendou "a todos os que governam os povos ou orientam a educação, para que providenciem que a juventude nunca seja privada deste sagrado direito" (Declaração Gravissimum educationis [GE ],1).

2. Uma tal educação requer o contributo de vários sujeitos educativos. Os pais, porque transmitiram a vida aos filhos, são os primeiros e principais educadores (cfr GE 3; João Paulo II, Exortação apostólica Familiaris consortio [FC], 22 de Novembro de 1981, 36; c. 793 CIC; c. 627 CCEO). Com a mesma razão, compete aos pais católicos cuidar da educação cristã dos seus filhos (c. 226 CIC; c. 627 CCEO). Nesta primordial tarefa os pais têm necessidade da ajuda subsidiária da sociedade civil e de outras instituições. Na verdade, "a família é a primeira, mas não a única e exclusiva comunidade educativa" (FC 40; cfr GE 3).

3. "Entre todos os meios de educação, tem especial importância a escola" (GE 5), que constitui o "principal auxílio aos pais para o desempenho do seu múnus de educar" (c. 796 §1 CIC), particularmente para favorecer a transmissão da cultura e a educação à vida com os outros. Nestes âmbitos, em concordância também com a legislação internacional e dos direitos do homem, "deve ser absolutamente assegurado o direito dos pais à escolha de uma educação conforme à sua fé religiosa" (FC 40). Os pais católicos "confiem os filhos às escolas em que se ministre educação católica; se não o puderem fazer, têm obrigação de procurar que fora das escolas se proveja à devida educação católica dos mesmos" (c. 798 CIC).

4. O Concílio Vaticano II recorda aos pais "o grave dever que lhes incumbe de tudo disporem, ou até exigirem", para que os seus filhos possam receber uma educação moral e religiosa e "progredir harmonicamente na formação cristã e profana. Por isso, a Igreja louva aquelas autoridades e sociedades civis que, tendo em conta o pluralismo da sociedade actual e atendendo à justa liberdade religiosa, ajudam as famílias para que a educação dos filhos possa ser dada em todas as escolas segundo os princípios morais e religiosos das mesmas famílias" (GE 7).

Em síntese:

- A educação apresenta-se hoje como uma tarefa complexa, vasta e urgente. A complexidade actual arrisca-se a perder o essencial: a formação da pessoa humana na sua integralidade, em particular relativamente à dimensão religiosa e espiritual.

- A acção educativa, mesmo sendo realizada por vários sujeitos, tem nos pais os primeiros responsáveis da educação.

- Tal responsabilidade exerce-se também no direito de escolher a escola que garanta uma educação segundo os próprios princípios religiosos e morais.

II. Natureza e identidade da escola católica: direito a uma educação católica para as famílias e para os alunos. Subsidiariedade e colaboração educativa.

5. A escola tem um papel particular na educação e na formação. No serviço educativo escolar distinguiram-se e continuam a dedicar-se louvavelmente muitas comunidades e congregações religiosas. Todavia é toda a comunidade cristã e, em particular, o Ordinário diocesano que têm a responsabilidade de "tudo dispor para que todos os fiéis desfrutem da educação católica" (c. 794 §2 CIC) e, mais concretamente, "se não houver escolas onde se ministre educação imbuída de espírito cristão, compete ao Bispo diocesano procurar que se fundem" (c. 802 CIC; cfr c. 635 CCEO).

6. Uma escola católica caracteriza-se pelo vínculo institucional que mantém com a hierarquia da Igreja, a qual garante que o ensino e a educação sejam fundados sobre princípios da fé católica e ensinados por professores que se distinguem pela recta doutrina e pela probidade de vida (cfr c. 803 CIC; cc. 632 e 639 CCEO). Nestes centros educativos, abertos a todos aqueles que partilhem e respeitem o projecto educativo, deve-se viver um ambiente escolar imbuído do espírito evangélico de liberdade e caridade, que favoreça um desenvolvimento harmónico da personalidade de cada um. Neste ambiente é ordenada toda da cultura humana à mensagem da salvação, de modo que o conhecimento do mundo, da vida e do homem, que os alunos gradualmente adquirem, seja iluminado pelo Evangelho (cfr GE 8; c. 634 §1 CCEO).

7. Deste modo, está assegurado o direito das famílias e dos alunos a uma educação autenticamente católica e, ao mesmo tempo, se atinja os outros fins culturais e de formação humana e académica dos jovens, que são próprios de qualquer escola (cfr c. 634 §3 CCEO; c. 806 §2 CIC).

8. Mesmo sabendo o quanto seja hoje problemático, é desejável que, para a formação da pessoa, exista uma grande sintonia educativa entre a escola e a família, a fim de evitar tensões ou fracturas no projecto educativo. É então necessário que exista uma estreita e activa colaboração entre os pais, professores e directores das escolas, e é oportuno favorecer os instrumentos de participação dos pais na vida escolar através de associações, reuniões, etc. (cfr. c. 796 §2 CIC; c. 639 CCEO).

9. A liberdade dos pais, das associações e instituições intermédias e da própria hierarquia da Igreja em promover escolas com identidade católica constituem um exercício do princípio de subsidiariedade. Este princípio exclui "o monopólio do ensino, que vai contra os direitos inatos da pessoa humana, contra o progresso e divulgação da própria cultura, contra o convívio pacífico dos cidadãos e contra o pluralismo que vigora em muitíssimas sociedades de hoje" (GE 6).

Em síntese:

- A escola católica é verdadeiro e próprio sujeito eclesial em razão da sua acção escolar em que se baseiam harmonicamente a fé, a cultura e a vida.

- Essa está aberta a todos aqueles que desejam partilhar o projecto educativo inspirado dos princípios cristãos.

- A escola católica é expressão da comunidade eclesial e a sua catolicidade é garantida pelas competentes autoridades (o Ordinário do lugar).

- Assegura a liberdade de escolha dos pais e é expressão do pluralismo escolar.

- O princípio de subsidiariedade regula a colaboração entre a família e as várias instituições dedicadas à educação.

III. O ensino da religião nas escolas

a) Natureza e finalidade

10. O ensino da religião na escola constitui uma exigência da concepção antropológica aberta à dimensão transcendental do ser humano: é um aspecto do direito à educação (cfr c. 799 CIC). Sem esta disciplina, os alunos estariam privados de um elemento essencial para a sua formação e desenvolvimento pessoal, que os ajuda a atingir uma harmonia vital entre a fé e a cultura. A formação moral e a educação religiosa favorecem também o desenvolvimento da responsabilidade pessoal e social e demais virtudes cívicas, e constituem então um relevante contributo para o bem comum da sociedade.

11. Neste sector, numa sociedade pluralista, o direito à liberdade religiosa exige a garantia da presença do ensino da religião na escola e a garantia que tal ensino seja conforme às convicções dos pais. O Concílio Vaticano II recorda: "[Aos pais] cabe o direito de determinar o método de formação religiosa a dar aos filhos, segundo as próprias convicções religiosas. (...) Violam-se os direitos dos pais quando os filhos são obrigados a frequentar aulas que não correspondem às convicções religiosas dos pais, ou quando se impõe um tipo único de educação, do qual se exclui totalmente a formação religiosa" (Declaração Dignitatis humanae [DH] 5; cfr c. 799 CIC; Santa Sé, Carta dos direitos da família, 24 de Novembro de 1983, art. 5, c-d). Esta afirmação encontra correspondência na Declaração universal dos direitos do homem (art. 26) e em tantas outras declarações e convenções da comunidade internacional.

12. A marginalização do ensino da religião na escola equivale, pelo menos em prática, a assumir uma posição ideológica que pode induzir ao erro ou produzir um prejuízo para os alunos. Além disso, poder-se-ia também criar confusão ou gerar um relativismo ou indiferentismo religioso se o ensino da religião estivesse limitado a uma exposição das várias religiões de modo comparativo e "neutro". A propósito, João Paulo II explicava: "A questão da educação católica compreende (…) o ensino religioso no âmbito mais alargado da escola, seja ela católica ou do estado. A tal ensino têm direito as famílias dos crentes, que devem ter a garantia que a escola pública – exactamente porque aberta a todos – não só não ponha em perigo a fé dos seus filhos, mas antes complete, com adequado ensino religioso, a sua formação integral. Este princípio está enquadrado no conceito de liberdade religiosa e do Estado verdadeiramente democrático que, enquanto tal, isto é no respeito da sua profunda e verdadeira natureza, se coloca ao serviço dos cidadãos, de todos os cidadãos, no respeito dos seus direitos e da suas convicções religiosas" (Discurso aos Cardeais e aos colaboradores da Cúria Romana, 28 de Junho de 1984).

13. Com estes pressupostos, compreende-se que o ensino da religião católica tem a sua especificidade na relação com as outras matérias escolares. Na verdade, como explica o Concílio Vaticano II: " a autoridade civil, que tem como fim próprio olhar pelo bem comum temporal, deve, sim, reconhecer e favorecer a vida religiosa dos cidadãos, mas excede os seus limites quando presume dirigir ou impedir os actos religiosos" (DH 3). Por estes motivos compete à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola, que garanta diante dos pais e dos próprios alunos a autenticidade do ensino que se transmite como católico.

14. A Igreja reconhece esta tarefa como o seu ratione materiae e reivindica-o como sua própria competência, independentemente da natureza da escola (estatal ou não estatal, católica ou não católica) em que é ensinada. Por isso, "está sujeita à autoridade da Igreja (…) a instrução e a educação religiosa católica que se ministra em quaisquer escolas (…); compete à Conferência episcopal estabelecer normas gerais de acção nesta matéria, e ao Bispo diocesano regulamentá-la e vigiar sobre ela" (c. 804 §1 CIC; cfr também, c. 636 CCEO).

b) O ensino da religião na escola católica

15. O ensino da religião na escola católica identifica o seu projecto educativo: De facto, "o carácter próprio e a profunda razão de ser das escolas católicas, aquilo por que os pais católicos as devem preferir é precisamente a qualidade de o ensino religioso ser integrado na educação dos alunos" ( João Paulo II, Exortação apostólica Catechesi tradendae, 16 de Outubro de 1979, 69).

16. Nas escolas católicas também deve ser respeitada, como noutros lugares, a liberdade religiosa dos alunos não católicos e dos seus pais. Evidentemente, isso não impede o direito-dever da Igreja "de ensinar e testemunhar publicamente, por palavra e por escrito a sua fé", tendo em conta que "na difusão da fé religiosa e na introdução de novas práticas, deve sempre evitar-se todo o modo de agir que tenha visos de coacção, persuasão desonesta ou simplesmente menos leal" (DH 4).

c) Ensino da religião católica sob o perfil cultural e relação com a catequese

17. O ensino escolar da religião enquadra-se na missão evangelizadora da Igreja. É diferente e complementar da catequese na paróquia e de outras actividades, tais como a educação cristã familiar ou as iniciativas de formação permanente dos fiéis. Além do âmbito em que cada uma é ensinada, são diferentes as finalidades que se estabelecem: a catequese propõe-se promover a adesão pessoal a Cristo e o amadurecimento da vida cristã nos seus vários aspectos (Cfr Congregação para o Clero, Directório geral para a catequese [DGC], 15 de Agosto 1997, nn 80-87); o ensino escolar da religião transmite aos alunos os conhecimentos sobre a identidade do cristianismo e da vida cristã. Além disso, o Papa Bento XVI, falando aos professores de religião, indicou a exigência de "ampliar os espaços da nossa racionalidade, reabri-la às grandes questões da verdade e do bem, unir entre si a teologia, a filosofia e as ciências, no pleno respeito pelos seus próprios métodos e pela sua autonomia recíproca, mas também na consciência da unidade intrínseca que as conserva unidas. A dimensão religiosa, com efeito, é intrínseca ao facto cultural, contribui para a formação global da pessoa e permite transformar o conhecimento em sabedoria de vida". Para tal fim contribui o ensinamento da religião católica, com o qual "a escola e a sociedade se enriquecem de verdadeiros laboratórios de cultura e de humanidade, nos quais, decifrando a contribuição do cristianismo, habilita-se a pessoa a descobrir o bem e a crescer na responsabilidade, a procurar o confronto e a apurar o sentido crítico, a inspirar-se nos dons do passado para compreender melhor o presente e projectar-se conscientemente para o futuro" (Discurso aos professores de religião, 25 de Abril de 2009).

18. A especificidade deste ensinamento não diminui a sua própria natureza de disciplina escolar; antes pelo contrário, a manutenção daquele status é uma condição de eficácia: "É necessário, portanto, que o ensino religioso escolar se mostre como uma disciplina escolar, com a mesma exigência de sistema e rigor que requerem as demais disciplinas. Deve apresentar a mensagem e o evento cristão com a mesma seriedade e profundidade com a qual as demais disciplinas apresentam seus ensinamentos. Junto a estas, todavia, o ensino religioso escolar não se situa como algo acessório, mas sim no âmbito de um necessário diálogo interdisciplinar" (DGC 73).

Em síntese:

- A liberdade religiosa é o fundamento e a garantia da presença do ensino da religião no espaço público escolar.

- Uma concepção antropológica aberta à dimensão transcendental é a sua condição cultural.

- Na escola católica o ensino da religião é característica irrenunciável do projecto educativo.

- O ensino da religião é diferente e complementar da catequese; por ser ensino escolar não requer a adesão de fé, mas transmite os conhecimentos sobre a identidade do cristianismo e da vida cristã. Além disso, ele enriquece a Igreja e a humanidade com laboratórios de cultura e humanidade.

IV. A liberdade educativa, liberdade religiosa e educação católica

19. Concluindo, o direito à educação e a liberdade religiosa dos pais e dos alunos exercem-se concretamente através de:

a) a liberdade de escolha da escola."Os pais, cujo primeiro e inalienável dever e direito é educar os filhos, devem gozar de verdadeira liberdade na escolha da escola. Por isso, o poder público, a quem pertence proteger e defender as liberdades dos cidadãos, deve cuidar, segundo a justiça distributiva, que sejam concedidos subsídios públicos de tal modo que os pais possam escolher, segundo a própria consciência, com toda a liberdade, as escolas para os seus filhos" (GE 6; cfr DH 5; c. 797 CIC; c. 627 §3 CCEO).

b) A liberdade de receber, nos centros escolares, um ensino religioso confessional que integre a própria tradição religiosa na formação cultural e académica própria da escola. "Os fiéis esforcem-se por que na sociedade civil as leis orientadoras da formação da juventude provejam também à educação religiosa e moral nas próprias escolas, de acordo com a consciência dos pais" (c. 799 CIC; cfr GE 7, DH 5). De facto, está sujeita à autoridade da Igreja a instrução e educação religiosa católica que vem ensinada em qualquer escola (cfr c. 804 §1 CIC; c. 636 CCEO).

20. A Igreja está consciente que em muitos lugares, agora como em tempos passados, a liberdade religiosa não é totalmente realizada, nas leis e na prática (cfr DH13). Nestas condições, a Igreja faz o possível para oferecer aos fiéis a formação de que precisam (cfr GE 7; c. 798 CIC; c. 637 CCEO). Ao mesmo tempo, de acordo com a própria missão (cfr Concílio Vaticano II, Constituição pastoral Gaudium et spes, 76), não deixa de denunciar a injustiça que acontece quando os alunos católicos e as suas famílias são privados dos próprios direitos educativos e é ferida a sua liberdade religiosa, e exorta todos os fiéis a empenhar-se para que tais direitos sejam realizados (cfr c. 799 CIC).

Esta Congregação para a Educação Católica está convencida que os princípios acima recordados podem contribuir para encontrar uma cada vez maior consonância entre a tarefa educativa, que é parte integrante da missão da Igreja, e a aspiração das Nações no desenvolvimento de uma sociedade justa e respeitosa da dignidade de cada homem.

Da sua parte a Igreja, exercendo a diakonia da verdade no meio da humanidade, oferece a cada geração a revelação de Deus da qual se pode apreender a verdade última sobre a vida e sobre o fim da história. Esta tarefa que não é fácil num mundo secularizado, habitado pela fragmentação do conhecimento e pela confusão moral, compromete toda a comunidade cristã e constitui um desafio para os educadores. Sustenta-nos, no entanto, a certeza – como afirma Bento XVI – que "as nobres finalidades […] da educação, fundadas sobre a unidade da verdade e sobre o serviço à pessoa e à comunidade, tornam-se um instrumento de esperança poderoso e especial" (Discurso aos educadores católicos, 17 de Abril de 2008).

Pedimos a Vossa Eminência /Excelência de dar a conhecer a quantos estão interessados no serviço e missão educativa da Igreja os conteúdos da presente Carta Circular.

Agradecendo-Lhe pela cordial atenção e na comunhão de oração a Maria, Mãe e Mestra dos educadores, aproveitamos a ocasião para apresentar os nossos sinceros e cordiais cumprimentos e despedirmo-nos com sentimentos de particular veneração de Vossa Eminência/Excelência Reverendíssima devotamente no Senhor

Zenon Card. GROCHOLEWSKI,
Prefeito

Jean-Louis BRUGUÈS, O.P.,
Secretário

ECUMENISMO: Vergonha de ser virgem

Texto protestante,
site Ultimato


Augustus Nicodemus

Alguns anos atrás fiquei estarrecido com uma estatística publicada por uma revista evangélica após entrevistas feitas com jovens evangélicos de 22 denominações. Estes jovens, a grande maioria composta de solteiros, haviam nascido em lar evangélico e eram frequentadores regulares de igrejas. De acordo com a pesquisa, 52% deles já haviam tido sexo. Destes, cerca da metade mantinha uma vida sexual ativa com um ou mais parceiros. A idade média em que perderam a virgindade era de 14 anos para os rapazes e de 16 anos para as moças.

Essa reportagem foi publicada em setembro de 2002. Desconfio que os números são ainda mais estarrecedores se forem atualizados para 2009.

Não vou aqui gastar muito tempo defendendo o que, acredito, a maioria dos nossos leitores já sabe que é nossa posição: sexo é uma bênção a ser desfrutada somente no casamento. Namorados que praticam relações sexuais estão pecando contra a Palavra de Deus. Mesmo que não tenhamos um versículo que diga "é proibido o sexo pré-marital" (desnecessário à época em que a Bíblia foi escrita, visto que na cultura do antigo Oriente não existia namoro, noivado, ficar, etc.), é evidente que a visão bíblica do casamento é de uma instituição divina da qual o sexo é uma parte integrante e essencial.

Alguns textos que mostram que contrair matrimônio e casar era uma instituição oficial entre o povo de Deus, e o ambiente próprio para desfrutar o sexo:

"... nem contrairás matrimônio com os filhos dessas nações" (Dt 7.3).

"... Aumentem quanto quiserem o preço e o presente pela noiva, e pagarei o que me pedirem. Tão-somente me dêem a moça por mulher" (Gn 34.12).

"... e lhe dará uma jovem em casamento..." (Dn 11.17).

"... Respondeu-lhes Jesus: Podem, acaso, estar tristes os convidados para o casamento, enquanto o noivo está com eles?" (Mt 9.15).

"... nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento" (Mt 24.38).

"... Três dias depois, houve um casamento em Caná da Galileia, achando-se ali a mãe de Jesus. Jesus também foi convidado, com os seus discípulos, para o casamento" (Jo 2.1-2).

"... Estás livre de mulher? Não procures casamento" (1Co 7.27).

"... Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência, que proíbem o casamento..." (1Tm 4.1-3).

"... Se um homem casar com uma mulher, e, depois de coabitar com ela, a aborrecer, e lhe atribuir atos vergonhosos, e contra ela divulgar má fama, dizendo: Casei com esta mulher e me cheguei a ela, porém não a achei virgem..." (Dt 22.13-14)

"... qualquer que repudiar sua mulher, exceto em caso de relações sexuais ilícitas, a expõe a tornar-se adúltera; e aquele que casar com a repudiada comete adultério" (Mt 5.32).

"... Se essa é a condição do homem relativamente à sua mulher, não convém casar" (Mt 19.10).

"... Caso, porém, não se dominem, que se casem; porque é melhor casar do que viver abrasado" (1Co 7.9).

"... Mas, se te casares, com isto não pecas; e também, se a virgem se casar, por isso não peca" (1Co 7.28).

"... A mulher está ligada enquanto vive o marido; contudo, se falecer o marido, fica livre para casar com quem quiser, mas somente no Senhor" (1Co 7.39).

"... ao que lhe respondeu a mulher: Não tenho marido. Replicou-lhe Jesus: Bem disseste, não tenho marido; porque cinco maridos já tiveste, e esse que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade" (Jo 4.17-18).

"... alguém (o presbítero e/ou pastor) que seja irrepreensível, marido de uma só mulher..." (Tt 1.6).

"... quanto ao que me escrevestes, é bom que o homem não toque em mulher; mas, por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido." (1Co 7.1-2)

"... Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula; porque Deus julgará os impuros e adúlteros" (Hb 13.4).

"... que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus; e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defraude a seu irmão; porque o Senhor, contra todas estas coisas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação" (1Ts 4.4-7).

As passagens acima (e haveriam muitas outras) mostram que casar, ter esposa, contrair matrimônio é o caminho prescrito por Deus para quem não quer ficar solteiro ou permanecer viúvo. O casamento era, sim, uma instituição oficial em meio ao povo de Deus. As relações sexuais fora do casamento nunca foram aceitas, quer em Israel, quer na Igreja Primitiva, a julgar pela quantidade de leis contra a fornicação e a impureza sexual e pelas leis e exemplos que fortalecem o casamento como instituição para o povo de Deus em todas as épocas.

O ônus de provar que namorados podem ter relações sexuais como uma coisa normal é dos libertinos. Posso me justificar biblicamente diante de Deus por viver com minha namorada como se ela fosse minha esposa, não sendo casados? Como eu lido com essa evidência massiva de que o casamento é a alternativa bíblica para quem não quer ficar solteiro ou viúvo?

O que existe na verdade é aquilo que Judas menciona em sua carta, sobre pessoas ímpias que transformam a graça de Deus em libertinagem (Jd 4). Os argumentos do tipo, "quem casou Adão e Eva" demonstram o grau de má vontade e a disposição do coração de continuar na prática da fornicação, mesmo diante da resposta: "O caso de Adão e Eva não é nosso paradigma, a não ser que você tenha sido feito diretamente do barro por Deus e sua namorada tenha sido tirada de sua costela. Se não foi, então você deve se sujeitar ao paradigma que Deus estabeleceu para toda a raça humana, para os descendentes de Adão e Eva, que é contrair matrimônio, casar-se, um compromisso público diante das autoridades civis".

Os demais argumentos -- "é melhor que os namorados cristãos tenham sexo responsável entre sido que procurar prostitutas, etc." nem merecem resposta. O que falta realmente é domínio próprio, castidade, submissão à vontade de Deus, amor à santificação.

Chegamos ao ponto em que os rapazes e as moças cristãos têm vergonha de dizer, até mesmo em reuniões de mocidade e de adolescentes, que são virgens.

Tenho compaixão dos jovens e adolescentes de nossas igrejas. Mas sinto uma santa ira contra os libertinos, que pervertem a graça de Deus, pessoas ímpias, que desviam nossa juventude para este caminho. "A vingança pertence ao Senhor" (Rm 12.19).


• Augustus Nicodemus é pastor presbiteriano, chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie

sábado, 26 de setembro de 2009

série fraternidade e minoridade

Fraternidade e Minoridade

Por Fr. Almir Guimarães, ofm

25. A Ordem está preocupada. O Documento sobre a formação, já citado, diz ao número 22: “Jesus Cristo é o paradigma da minoridade, ele que se despojou tomando a condição de servo e tornando-se semelhante aos homens, Animados pelo mesmo espírito de fé, os irmãos aprenderão a partilhar as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo optando por viver, por amor a Cristo que se deu inteiramente, entre os que habitam os lugares de “ruptura” (n.22).

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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

O Maior dos Frutos do Espírito

Que Posição ocupa o amor entre os nove frutos do Espírito de Deus, mencionados em Gálatas 5,22. 23? Estes são "amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura, autodomínio". Com bom motivo Paulo alistou o amor em primeiro lugar. É o amor maior do que a alegria, a qualidade seguinte que ele menciona? Sim, pois não pode existir alegria duradoura sem amor. De fato, o mundo é tão sem alegria por causa do egoísmo, a falta de amor. Mas os católicos têm amor entre si, e amor a seu Pai celestial. Portanto, é somente natural que sejam alegres, e foi predito que `cantarão por terem o coração alegre'. — Isaías 65,14.

O Catecismo reza:

815 - Quais são estes vínculos da unidade? "Sobre tudo isso (está) a caridade, que é o vínculo da perfeição" (Cl
3,14). Mas a unidade da Igreja peregrinante é também assegurada por vínculos visíveis de comunhão:

* profissão de uma única fé recebida dos Apóstolos - (Parágrafo relacionado 173)
* a celebração comum do culto divino, sobretudo dos sacramentos;
* a sucessão apostólica, por meio do Sacramento da Ordem, que mantém a concórdia fraterna da família de Deus.

O amor é também maior do que outro fruto do Espírito, a paz. Por faltar amor, o mundo está cheio de fricções e de lutas. Mas o povo de Deus tem paz entre si, em toda a terra. Aplica-se no caso deles as palavras do salmista: "O próprio Deus abençoará seu povo com paz." (Salmo 29,11) Eles gozam desta paz porque têm a marca identificadora dos cristãos verdadeiros, a saber, o amor. (João 13,35) Somente o amor pode vencer todos os fatores divisórios, sejam eles de natureza racial, nacional ou cultural. Ele é "o perfeito vínculo de união". — Colossenses 3,14.

Fotografias





Semana Bíblica «a Palavra de Deus na vida e missão da Igreja»

Franciscanos Capuchinhos


Neste mês de Setembro, celebramos o mês da Bíblia. Aqui em Porto Feliz, acontece já à alguns anos a Semana Bíblica, promovida pela Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens.


Aqui em nosso blog, queremos promover um série com alguns tópticos pertinentes:


«A Igreja não tem nenhuma instituição oficial dedicada à formação bíblica»

Perante a evidência de que, para muitos católicos, o único contacto semanal com os textos sagrados só acontece durante a missa, Frei Herculano defende que ela é, antes de tudo, espaço de “celebração”; neste sentido, a “homilia é mais do que uma aula e uma exegese bíblica”. Apesar de o Concílio Vaticano II referir que as eucaristias são os lugares por excelência para a proclamação da palavra de Deus, “não se diz em lado nenhum que esse é o único momento em que a Bíblia pode ressoar no coração e na vida das pessoas”.

É necessário uma aprendizagem que possibilite “a passagem do «texto» ao «sentido do texto»; só assim é que as pessoas podem encontrar a palavra de Deus na Bíblia e lerem a Bíblia como palavra de Deus”. E, se é verdade que muitos cristãos não têm interesse em aprofundar a Bíblia, há casos em que os responsáveis das paróquias, não só não criam esses espaços de ensino, como certos grupos bíblicos permanecem à “revelia de muitas pessoas”. Apesar de não adiantar casos concretos, o religioso Franciscano Capuchinho diz ter conhecimento de grupos que morrem por serem marginalizados. “Tenho tido experiências muito negativas”.

As deficiências na leitura dos textos bíblicos e as insuficiências teológicas de alguns padres são algumas das causas que, no entender do Frei Herculano, agravam o desconhecimento da palavra de Deus. “Muitas vezes, as próprias homilias não chegam lá”. A origem destes problemas está “nos pastores das comunidades locais, nos catequistas, nas pessoas que são chamadas a anunciar e a explicar a Sagrada Escritura e, sobretudo, nas estruturas da Igreja, que têm responsáveis”.

mensagem para você




Não esperes que cheguem as circunstâncias ideais nem a melhor ocasião para atuar, porque talvez não cheguem nunca.

Semana Bíblica 2009 em Porto Feliz

Mais uma vez, a Comunidade Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens de Porto Feliz, promoveu a sua Semana Bíblica. Com apoio e envolvimento do Pe Toninho, diáconos e palestrantes e Irmãs do Instituto das Filhas de São José, entre outros.

A Semana, apoiou no material desenvolvido pela CNBB: Sou Católico e vivo a Minha Fé.









Estação das Artes comemorou no dia 17, seus 11 anos

A Oficina de Teatro de Porto Feliz, com sede na Estação da Artes na região Central de Porto Feliz, local este que recentemente completou 11 anos.

Embora o prédio não esteja nas melhores condições, a Oficina está a todo vapor, veja as atividades desempenhadas:


Veja as Fotos cedidas gentilmente pela Estação da Artes,
Professora Luciana:



Quinta feira dia 17, dia com programação especial, palestras, apresentações Teatrais, works shop entre outros.


Estátuas vivas na semana Nacional do Trânsito, feita em Porto Feliz.



Teatro apresentado para as crianças que foram no CEMEX, esta semana do dia 21 a 25, aonde uma minicidade Portinho Seguro foi montada, para noções de trânsito para as Crianças. Além da presença de GMs, PMs, Bombeiros, e escovação Bucal.




Parabéns a todos
Paz e Bem

Salve Rainha



Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia,
vida e doçura esperança nossa salve!
A vós bradamos degredados filho de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste
vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai Jesus bendito fruto em vosso ventre,

Ó clemente,
Ó piedosa
Ó doce e Santa Virgem Maria.

Rogai por nós Santa mãe de Deus.
Para que sejamos sempre livre do pecado,
protegido de todos os perigos
e dignos da promessa de Cristo
Salve Rainha - Salve Rainha,
Mãe de Misericórdia,
vida e doçura esperança nossa salve!
A vós bradamos degredados filho de Eva.
A vós suspiramos gemendo e chorando neste
vale de lágrimas.
Eia pois advogada nossa
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,
e depois deste desterro mostrai Jesus bendito fruto em vosso ventre,

Ó clemente,
Ó piedosa
Ó doce e Santa Virgem Maria.

Rogai por nós Santa mãe de Deus.
Para que sejamos sempre livre do pecado,
protegido de todos os perigos
e dignos da promessa de Cristo

Itinerário da alma

















Todos nós buscamos um sentido de vida...
Ninguém vive por acaso...
Talvez até viva...
Mas, quem nunca se questionou por alguma escolha?
Creio que, de certa forma, buscamos segurança interior...
Ou quem sabe a satisfação permanente do viver...

Porém, não podemos esquecer
que o modo de ser como pomos em prática os nossos projetos...
é que define o sucesso ou o fracasso de nossas escolhas...
Por isso, quem quer que sejamos...
precisamos da inspiração divina...
Porque pra tudo na vida,
se faz jus que Deus seja o ponto de partida
e de chegada dos nossos empreendimentos...

Nenhum projeto humano tem seu fim justo
se esse fim não for à maior glória de Deus...
Porque Deus em seu silêncio e invisibilidade...
é a única realidade que fundamenta os seres que criou...
Por isso, tudo em nós tem que ser amor...
Só e unicamente amor...

Perdido está quem não faz do viver
um permanente encontro com Deus...
Experiência única em cada instante vivido...
Em cada aspiração do sentido de vida...
Como é bom sentir-nos em Deus...
Como é agradável sermos movidos por seus dons...
e termos a certeza de que sua Vontade está sendo realizada...
Verdadeiramente realizada...

Visto que, as almas conduzidas pela Vontade de Deus...
nunca se enganam...
Porque a Luz de Sua Sabedoria as ilumina...
na vida infinda de oração...
Que nada mais é do que absorção
de todas as graças que precisamos...
para sermos e fazemos somente aquilo que convém
e nos mantém na salvação eterna...

"Ó abismo de riqueza, de sabedoria e de ciência em Deus!
Quão impenetráveis são os seus juízos
e inexploráveis os seus caminhos!
Quem pode compreender o pensamento do Senhor?
Quem jamais foi o seu conselheiro?
Quem lhe deu primeiro, para que lhe seja retribuído?
Dele, por ele e para ele são todas as coisas.
A ele a glória por toda a eternidade! Amém". (Rm 11,33-36).


Paz e Bem!


Notinhas da Igreja

Encontro Vocacional
De Jovens no Colégio Externato São José às 14h, com o tema: Modelando minha história



Junfec
Jovens da Igreja Nossa Senhora Aparecida, se reúnem as 17h.




Coral Renascer
Jovens da Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens, se réunem para rezar e ensaiar as 16h



Mensageiro da Paz
Grupo Jovem da RCC, se reunirá após a Missa das 19h.



Rádio Nova
Transmite as missas das 19h do Sábado e do Domingo também. Acompanhe!!



Aconteceu...
Semana Bíblica 2009. Foi feito um aprofundamento da Fé Católica, baseando-se pelo Livreto "Sou Católico e vivo a minha Fé". No final do encontro foi distribuído gratuitamente o livro para aqueles que fizeram todos os dias e distribuido a todos um resumo do documento.
Em breve fotos.



Catequese
Lembramos a todos os pais, que além geralmente aos sábados, na maioria das comunidades tem Catequese de Primeira Comunhão e de Crisma. Não se esqueçam pais de lembrar seus filhos, mas não se esqueçam também de levà-lo a Missa.



Missas
Em todas as comunidades urbanas como o de Costume.




Missa dos Enfermos
Acontecerá na terça-feira dia 29, na Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida a missa mensal. Com benção no final e unção dos Enfermos.



30/09
Começa novena de Nossa Senhora Aparecida nas comunidade Rurais.



Festividades
Já estão em movimentação as Comunidades de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora Aparecidade. O dia de seus padroeiros estão chegando.




ECC
Iniciou nesta sexta-feira o ECC encontro de casais com Cristo.
Terminará no Domingo com a Missa as 20h30m.





Segunda-feira 28/09
Missa as 7h15m na Capela do Calvário no Cemitério Velho.




29/09 Terça-feira
Missa na Igreja de São Benedito às 15horas



Paz e Bem

sexta-feira, 25 de setembro de 2009


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COMENTÁRIO SOBRE O AMOR


OLIVEIRA, Pesquisado por Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: COMENTÁRIO SOBRE O AMOR.

Maior do que a Sabedoria, a Justiça e o Poder?

Consideremos a seguir os quatro atributos fundamentais de Deus: sabedoria, justiça, poder e amor. Pode-se também dizer que o amor é o maior destes? Certamente que sim. Por quê? Porque o amor é a força motivadora por trás do que Deus faz. É por isso que o apóstolo João escreveu: "Deus é amor." Sim, Deus é a personificação do amor. (1João 4,8.16) Em parte alguma das Escrituras lê-se que Deus é sabedoria, justiça, ou poder. O que se diz é que Deus possui tais qualidades. (Jó 12,13; Salmo 147,5; Daniel 4,37) Estes quatro atributos estão perfeitamente equilibrados Nele. Motivado pelo amor, Deus realiza seus propósitos usando, ou levando em conta, os outros três atributos.

Assim sendo, o que motivou Deus a criar o universo e as criaturas espirituais e humanas inteligentes? Foi a sabedoria, ou o poder? Não, pois Deus meramente usou sua sabedoria e seu poder na criação. Por exemplo, lemos: "O próprio Deus fundou a terra em sabedoria." (Provérbios 3,19) Ademais, seu atributo de justiça não exigia que ele criasse seres dotados de liberdade moral. O amor de Deus moveu-o a partilhar com outros as alegrias da existência inteligente. Foi o amor que encontrou um meio de remover a condenação que a justiça impôs à humanidade devido à transgressão de Adão. (João 3,16) Sim, e foi o amor que induziu Deus a desejar que a humanidade obediente tivesse a vida eterna com Ele. — Lucas 23,43.

Por causa do onipotente poder de Deus, não ousamos incitá-lo ao ciúme. Paulo perguntou: "`Estamos incitando Deus ao ciúme'? Será que somos mais fortes do que ele?" (1Coríntios 10,22) Naturalmente, Deus é "um Deus ciumento", não no mau sentido, mas em `exigir devoção exclusiva'. (Êxodo 20,5; King James Version) Quais cristãos, assombramo-nos com as muitas manifestações da incomensurável sabedoria de Deus. (Romanos 11,33-35) Nosso grande respeito pela Sua justiça deve levar-nos a ficar bem longe do pecado intencional. (Hebreus 10,26-31) Mas a amor é, inquestionavelmente, o maior dos quatro principais atributos de Deus. E é o amor altruísta de Deus que nos atrai a ele e faz-nos desejar agradá-lo, adorá-lo e participar na santificação de seu santo nome. — Provérbios 27,11.

Semana Bíblica «a Palavra de Deus na vida e missão da Igreja»

Franciscanos Capuchinhos


Neste mês de Setembro, celebramos o mês da Bíblia. Aqui em Porto Feliz, acontece já à alguns anos a Semana Bíblica, promovida pela Paróquia Nossa Senhora Mãe dos Homens.


Aqui em nosso blog, queremos promover um série com alguns tópticos pertinentes:

«Não houve coragem para dedicar um ano à Bíblia»
Depois do ano dedicado a São Paulo, “o comboio da Bíblia estava a andar relativamente bem, e as pessoas começaram a dar-lhe importância”, garantiu o biblista, que classificou essa dinâmica como “uma viagem positiva, que raramente aconteceu na Igreja recente”.
Com a instituição do «Ano Sacerdotal», “mandou-se parar o comboio, dando-lhe outra direcção”. Com este “erro da Igreja a partir de cima”, “o povo arrumou a Bíblia e vai pensar em fazer outras coisas”.

Por seu lado, o Sínodo dos Bispos, longamente ansiado por aqueles que desejavam uma actualização da «Dei Verbum», “foi mal conhecido em Portugal”, em parte porque o “Ano Paulino o obnubilou”. Ao não promover um «Ano da Bíblia» e ao parecer “esquecer” as orientações sinodais, os católicos vão guardar outra vez as Bíblias nas gavetas e nas estantes, na maioria das paróquias”.

Consciente de que o seu pensamento pode gerar incómodos em alguns meios eclesiais, este Franciscano Capuchinho afirma que está “apenas a dizer o que a Igreja escreveu em muitíssimos documentos de há um século a esta parte. No entanto, não estou a criticar ninguém, mas algumas estruturas da Igreja”. Os seus pontos de vista são fundamentados na «Dei Verbum» e “no que é afirmado pelos papas há mais de um século”, em especial por João Paulo II: “Apesar de tantas coisas que dizem dele, foi o Papa que mais falou da Bíblia”. Tendo como pano de fundo os próprios documentos da Igreja, Frei Herculano pensa que “é uma falta de lógica interromper todo o dinamismo criado no Ano Paulino, que estava a dar bons resultados na pastoral bíblica”.

Notinhas de Porto Feliz

Notícias de Porto Feliz






Conselho do Negro

O Conselho Municipal do Negro realizou no sábado, 19, dois eventos em Porto Feliz. Na parte da manhã, no Centro de Formação Continuada (COC), com presença de cerca de 70 pessoas, aconteceu a 3ª Reunião Regional dos Conselhos Municipais e Entidades Sociais da Comunidade Negra. Representantes de conselhos de oito cidades da região debateram questões voltadas à comunidade negra.

A mesa principal foi composta pelo prefeito Cláudio Maffei (PT), Deputado Estadual, José Cândido, presidente do Conselho Municipal do Negro de Porto Feliz, José Roberto de Toledo, conselheira Eny Augusta de Paula, e o Major da PM, João Paulo Rolim Marques.

No período da tarde foi feita apresentação da campanha fotográfica “África em Nós”, na Câmara Municipal. A iniciativa é resultado de parceria entre Conselho Estadual da Comunidade Negra e Secretaria de Estado da Cultura.

O evento contou com participação de cerca de 120 pessoas, ente representantes de conselhos municipais, vereadores, e população em geral.




Conselho Tutelar

As inscrições e o registro para os candidatos a conselheiro tutelar vão até 2 de outubro, na Diretoria de Promoção Social, situada à rua Ademar de Barros, n° 529, centro, das 9 às 12h e das 14 às 16h, de segunda à sexta-feira.

A eleição dos membros do Conselho Tutelar será em 29 de novembro deste ano. O mandato é de três anos (2010 a 2012) e os membros recebem remuneração de dois salários mínimos e meio (R$ 1.162,50 atual).

Os requisitos para inscrição estão descritos no edital publicado na imprensa local e afixado na Diretoria de Promoção Social.



Praça de


Porto Feliz



receberá mudas


de árvores



A Prefeitura de Porto Feliz, por intermédio da Diretoria de Meio Ambiente, fará na quarta-feira, 30 de setembro, a revitalização arbórea da Praça “José Lisboa Sobrinho”, ao lado da Rodoviária. O Projeto Jovem Aprendiz, da Associação Monte Carmelo, ajudará no plantio de 30 mudas próprias para arborização urbana.


União pode


ser campeão


O União venceu o Invictus de Salto por 2 a 0 na primeira partida da final do Campeonato Portofelicense de Futebol Quarentão realizada domingo, 20, no estádio dr. Nicolino João Longo. Com o resultado, o Vermelhinho ficou mais próximo do título, já que a partida de volta será em seu estádio, dr. José Esmédio Paes Leme, domingo, 27, e a equipe poderá até perder por um gol de diferença para ser a campeã. A partida começa às 10h15. A competição é organizada pela Prefeitura de Porto Feliz por meio da Diretoria de Esportes e Turismo.


Bombeiros

O Corpo de Bombeiros de Porto Feliz atendeu 21 ocorrências dos dias 17 a 23 de setembro. Foram nove casos clínicos, sete resgates e cinco TAC (Trabalho de Auxílio à Comunidade).

Desde sua instalação em Porto Feliz em outubro de 2007, o Corpo de Bombeiros já atendeu 1.861 ocorrências.

O telefone de emergência do Corpo de Bombeiros é o 193.



Cidade conquista agência do INSS

A cidade de Porto Feliz terá uma agência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Mediante um convênio entre governo federal e Municipal, que tem um orçamento de R$ 960 mil, será construído um prédio de 330 metros. O terreno foi doado pela prefeitura e fica ao lado do Centro de Especialidades II “Simone Habice Prado Mattar”.
Segundo o gerente Regional do INSS, Décio Araújo, as obras estão em fase de licitação pública. “Quando for escolhida a empresa, o prazo de construção do prédio é de seis meses, no máximo”, explica.
A agência do INSS oferecerá serviços de perícia médica, concessão de benefício, acerto cadastral, aposentadoria por idade e tempo de contribuição, requerimento auxílio doença, concessão salário maternidade, entre outros. Com isso, os beneficiários do INSS não precisarão se deslocar até Itu e Boituva para receber atendimentos, tirar dúvidas e se aposentar.


Sebrae promove curso voltado para mulheres

O Posto Sebrae de Atendimento ao Empreendedor, da Prefeitura Municipal, promove de 28 de setembro a 1 de outubro o curso Mulheres Empreendedoras. Voltado para mulheres acima de 18 anos, o curso acontece no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social), no horário das 13 às 17h.
A inscrição será na secretaria do CRAS do Jardim Vante. As inscrições são gratuitas e com vagas limitadas. É necessário apresentação de CPF e RG. Mais informações através dos telefones 3262-1051 (CRAS) e 3261-9047 (Posto Sebrae).



Paz e Bem

Ação controversa

Um tribunal da Polônia multou em sete mil euros o semanário católico
"Gosc Niedzielny" (Visitante Dominical) da Arquidiocese do Katowice porque questionou uma falha da Corte a Europa de Direitos humanos (CEDH) que ordenou ao estado pagar uma forte soma de dinheiro a uma mulher míope a quem foi negado um aborto ilegal.

A protagonista do caso é Alicja Tysiac, uma mãe de família que no ano 2000 solicitou um aborto ante a possibilidade de que sua terceira gravidez aumentaria a miopia que padece.

A legislação polonesa só permite o aborto por estupro, má formação congênita ou risco de vida para a mãe. O caso de Tysiac, foi revisado em seu momento por vários médicos poloneses e não se ajustava a nenhum dos três casos. Embora a mulher insistiu em abortar o seu bebê, os médicos lhe explicaram que não havia risco de vida.

A mulher deu à luz por cesárea e um tempo depois sofreu o desprendimento parcial da retina, o que aumentou a sua miopia.

Seu caso é usado como bandeira por distintos grupos anti-vida para impulsionar a ampliação do aborto na Polônia e foi levado ante a CEDH de Estrasburgo. No ano 2007 se ordenou uma indenização de 25 mil euros a seu favor, e a mesma foi apelada sem êxito pelo estado polonês.

Agora, Tysiac receberá sete mil euros adicionais devido a que um tribunal de Katowice considerou que o semanário Gosc Niedzielny "ofendeu" a mulher com um artigo de seu editor, Padre Marek Gancarczyk, à raiz da falha.

O sacerdote escreveu que "vivemos em um mundo onde uma mãe recebe um prêmio pelo muito que quis matar a seu filho, embora não lhe foi permitido fazê-lo".

O presbítero comparou o aborto com as práticas nazistas e lamentou que as pessoas "encontrem-se acostumadas aos assassinatos realizados fora das grades do campo (de concentração)".

O semanário protestou pela falha judicial porque viola a liberdade de expressão e anunciou que apelará a sentença.


Mensagem para você

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos.



É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.